20 de novembro de 2018


Com sede em Gravataí – RS, o grupo Mulheres de Fé surgiu da necessidade que as suas componentes tinham em garantir a subsistência de suas famílias.   Em 2015, o grupo conheceu a AVESOL e vem sendo assessorado desde de então. 
São mulheres corajosas, que com muita força de vontade vem crescendo e dando oportunidade a outras mulheres do seu bairro a aprender a costurar, fazer artesanato, e alimentação para vender no bairro.
Antigamente, o grupo se reunia alternando o local, geralmente na casa de uma das integrantes. Hoje possui um local próprio de produção e comercialização de suas costuras e artesanato.
O grupo atribui essa conquista a parceria com a AVESOL, que vem lhes auxiliando com apoio técnico e também através de doações. 
De acordo com a senhora Maria Ibanez, coordenadora do grupo, hoje elas têm um espaço coletivo no qual podem produzir e disponibilizar a comunidade, assim quem quiser produzir ou aprender a costurar têm um local para ir.  Maria, explicou que as mulheres da comunidade, localizada quase na Faixa de Taquara, têm pouco a acesso ao trabalho formal, o espaço abre para elas novas oportunidades de crescimento pessoal e de geração de renda.
O grupo é um dos que participam ativamente do processo de descaracterização de mercadorias apreendidas, parceria entre Receita Federal – Inspetoria de Porto Alegre e AVESOL.  As doações tronam os seus sonhos mais fáceis de alcançar, uma vez que barateiam os custos de produção e de desenvolvimentos de usas atividades. Esse impacto positivo, acende uma chama de esperança para mulheres de diversas bairros da periferia da região Metropolitana de Porto Alegre.






No dia 14 de novembro de 2018, o Programa de Voluntariado da AVESOL realizou visita à Instituição de Amigos Unidos pela Educação- Escola Infantil Ciranda do Saber, que fica localizada na Estrada Antonio Severino 1672, Bairro Mário Quintana, Porto Alegre.
A Instituição é um espaço organizado para o desenvolvimento infantil, e atende crianças até seis (06) anos,  com atividades lúdicas, aprendizado e todo o acolhimento e amor das Voluntári@s que ali fazem seu trabalho.
Agradecemos a acolhida pela Coordenadora Karolina, desejando que essa parceria seja de solidariedade e transformação social.     




 Nos dias 13 e 14 de novembro de 2018 ocorreu no Colégio Marista Ipanema, Porto Alegre, a Feira da Cidadania junto a última edição de 2018 da Feira das Mães Arteiras. Foram 5 grupos de Economia Solidária, ligados a Rede Ideia, que estiveram presentes e que expuseram seus trabalhos num viés de trocas e de comercialização solidária. Nesses dois dias de feira, se teve a oportunidade de interagir com a comunidade escolar e trazer para dentro da escola práticas de um outro mundo possível, com um comprometimento sustentável, de valorização do trabalho humano e de uma alternativa econômica que visa a diminuição das desigualdades sociais. A interação entre feirantes e estudantes foi grande, havendo trocas de experiências e conhecimentos.






No dia 05/10/2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL ministrou oficina sobre Gênero e Sexualidade, por meio do Termo de Fomento CRDH 861471/2017/SNC/MDH, para educadores do Centro Social Marista Nossa Senhora Aparecida das Águas.
A oficina tratou sobre Gênero e Sexualidade, permitindo o debate acerca de questões que perpassam diariamente a vida dos educadores que estão em contato direto com a juventude.
Neste sentido, foram passadas noções básicas sobre prevenção a gravidez indesejada e DST’s, bem como sobre orientação sexual. Ainda, abordou-se as noções sobre o uso da camisinha e a eficácia do D.I.U.
A conversa com os educadores também tratou do tema do consentimento e da pornografia, uma vez que quando não há consentimento em uma relação afetiva/sexual estará havendo uma violência e, muitas vezes, um estupro. Ao depois, abordou-se o tema do gênero e da transsexualidade, conscientizando-se os educadores sobre a importância do respeito à diversidade.

Ainda, houve uma sensibilização sobre os papéis que são impostos a cada gênero em nossa sociedade, bem como sobre as violências que ocorrem quando toma-se tais papeis como algo imutável e certo. Houve intensa participação dos educadores, os quais puderam expressar suas angústias e dúvidas sobre os temas tratados. Ao final, após ter sido passado os canais de formalização de denúncias relativas a violências de gênero, todos disseram ter aproveitado muito a oficina, sendo o tema presente e atual em suas vidas.



14 de novembro de 2018


No dia 31/10/2018 o Programa Comunidade Produtiva juntamente com o Grupo de Economia Solidária Mania de Artesanato ministrou oficina de artesanato e Desenvolvimento Econômico a partir da Economia Solidária como tema do encontro para jovens aprendizes atendidos pela Ensino Social Profissionalizante (ESPRO).
Duas integrantes do Grupo Mania de Artesanato oportunizaram um espaço de trocas de saberes através da oficina de artesanato, que trabalhou o passo a passo para construção de um adorno. A oficina conseguiu ir além da possibilidade de produção e comercialização, as integrantes do grupo trouxeram relatos de suas experiências na Economia Solidária como uma outra forma de trabalho, com princípios e valores que respeitam a natureza e indivíduo.
Também oportunizamos o espaço para debater os desafios e o papel do jovem na economia. Abrimos o debate fazendo uma reflexão dos pontos de vista e das muitas formas que o setor produtivo encontra para se organizar e justificar o acumulo de capital, e como tendências dentro do estado justificam o gasto social como algo desnecessário.
Apontamos uma inversão da lógica produtiva, colocando no centro do debate a valorização humana, visualizando os gastos nas áreas sociais como um investimento. Apresentamos experiências de trabalho que tem dado certo e gerado inclusão sem precisar explorar a força de trabalho alheia. Colocamos a Economia Solidária como outra forma possível de organizar a economia, uma forma justa e necessária.
Ao término da atividade, durante a avaliação, os jovens se mostraram otimistas, mesmo apontando tantas dificuldades no cenário político, mas assumindo um papel de protagonista das mudanças necessárias.






No dia 12 de novembro de 2019, 77 pessoas de 52 Grupos solidários se fizeram presentes em mais um encontro da Rede Ideia – Artesanato, na AVESOL.  No evento, contamos com a participação do professor coordenador do curso de Designer da PUCRS, Prof. Dr. Marcelo Martel e o Prof. Dr. Vinicius Mano, professor da cadeira de Designer de Produtos, também do curso de Designer PUCRS. Eles apresentaram a parceria com a faculdade de Designer PUCRS e AVESOL, que consiste no aprendizado prático dos alunos e no aperfeiçoamento do trabalho realizado pelos artesãos.
Num segundo momento, dialogamos sobre competição e economia solidária. Para isso, nos valemos de uma dinâmica com balões e palitos de dente. Os integrantes foram instigados a permanecerem com os próprios balões intactos. E assim, eles começaram a furarem os balões uns dos outros, sem que lhes fosse pedido para fazerem isso. A partir dessa atividade, refletiu-se sobre a competição na EcoSol e como isso prejudica o nosso trabalho de cooperação.
Nessa tarde também ocorreram informes, em especial, o convite ao Conectando Ideias 2018.




13 de novembro de 2018

Edital 011/2018
Convênio 861471/2017 - MDH

Contratação de oficineiros para atividades culturais

Baixe o arquivo em:





 

12 de novembro de 2018


No dia 08 de novembro de 2018, a AVESOL realizou uma visita ao Hospital São Lucas da PUCRS, parceiro do Programa de Voluntariado da AVESOL, para conhecer o Brechó para os colaboradores do Hospital.
O Brechó conta com a participação de Voluntári@s de todos os Projetos que se engajam   para um grande mutirão de solidariedade e a renda é revertida para ajuda na alimentação de acompanhantes dos pacientes.
Parabéns a todos Voluntári@s do Hospital São Lucas  que  respondem a um chamado para viver a Solidariedade,  partilhando  seus talentos e recursos materiais  aos pacientes e seus familiares em um  momento tão delicado de suas vidas.



Nos dias 07 a 09 de novembro ocorreu no Colégio Marista Champagnat, em Porto Alegre, mais uma edição da Feira da Cidadania. Nesse espaço, 14 grupos de economia solidária ligados à Rede Ideia, que são assessorados pela AVESOL, participaram de um momento de trocas de conhecimento e comercialização solidária. Assim, a Feira da Cidadania, além de proporcionar a comercialização de produtos artesanais de responsabilidade ecológica e que valorizam o trabalho e promovem o comércio justo, também oportunizou interações dos educandos com novas práticas de produção e comercialização, muito mais sustentáveis. Foi no espírito de solidariedade e de acolhimento que a Feira da Cidadania decorreu, integrando a comunidade escolar do Colégio Marista Champagnat com os artesãos da Rede Ideia.  






No dia 26/09/2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL, por meio do convênio MDS/SNC 861471/2017, ministrou oficina sobre Direitos Humanos das Juventudes para crianças e adolescentes atendidos pelo Lar de São, localizado na Rua São Manoel, 1909, Bairro Santana, Porto Alegre/RS, das 9:00 às 11:30.
A oficina abordou a temática dos Direitos Humanos das Juventudes, em especifico o Estatuto da Criança e do Adolescente. O objetivo da oficina foi passar aos jovens quais são os principais Direitos das Crianças e dos Adolescentes promovendo a reflexão sobre a importância do respeito aos Direitos Humanos para sua vida.
Assim, sorteou-se alguns artigos do ECA que elencam direitos e pediu-se que algum jovem fizesse uma mímica para os demais com o objetivo de que estes adivinhassem qual direito estava posto no papel. Os jovens gostaram muita da dinâmica da mímica, pois puderam, assim, eles mesmos ensinar uns aos outros o que significava cada um daqueles direitos. Após a turma acertar a mímica do colega, foi dada uma breve explicação sobre o significado, a história e a aplicação prática do direito que foi mostrado a turma.  

Ao final, para dar um fechamento na oficina, afirmou-se para os jovens a importância do conhecimento dos seus direitos. Em suma, houve grande participação dos jovens na atividade, os quais ficaram muito empolgados em poder mostrar aos outros o seu entendimento sobre os direitos que estavam sendo debatidos. Ao final, todos disseram ter aproveitado muito a oficina, sendo o tema presente e atual em suas vidas.



No dia 06 de outubro de 2018, na sede do Grupo Show de Delícias em Porto Alegre, estiveram reunidos três integrantes do grupo para um momento de assessoria, diálogo e formação.  O encontro foi de diálogo e muita partilha, onde os participantes trouxeram a realidade que enfrentam enquanto Economia Solidária como base para as reflexões. Assim, com o texto “Os desafios e perspectivas da Economia Popular Solidária”, foi possível fazer um debate aprofundado sobre os desafios que se enfrentam hoje, dentro das circunstâncias sociais e da própria realidade a qual o grupo está inserido.  Com dinâmicas e o auxílio de um vídeo, se elencou 4 desafios urgentes e se refletiu sobre possíveis estratégias que podemos tomar para visar o fortalecimento do Grupo Econômico Solidário Show Delícias.

Segue link do face do grupo Show de Delícias: 




5 de novembro de 2018

No dia 31 de outubro de 2018 às 14h30, na sede do Clube de Reciclagem Morro da Cruz, ocorreu o segundo encontro de formação com os integrantes do Grupo de Economia Solidária Clube de Reciclagem Morro da Cruz sobre luta e transformação. Com músicas e o auxílio de um texto e uma dinâmica, foram feitas reflexões sobre a necessidade de mudança pessoal, onde se chegou a conclusão coletiva de que não se pode esperar pela ação de terceiros, mas que devemos ser protagonistas na transformação social, pois as carências são muitas, e precisamos de mudanças com urgência. Nesse mesmo encontro o grupo trouxe a colcha de retalhos construída a partir da dinâmica sobre identidade realizada no primeiro encontro com o grupo. 




No dia 24/10/2018 o Centro de Referência em Direitos Humanos –  AVESOL participou do Café com Direitos Juventudes Negras promovido pela Fundação Luterana de Diaconia (FLD). Com a presença de Juliana Soares, quilombola, integrante do grupo de mulheres negras MENE de São Lourenço do Sul; Mario Marques, coordenador da Plataforma Mídia Di Vila, rádio comunitária do bairro Mário Quintana, em Porto Alegre; e, Thainã de Medeiros, diretor do Coletivo Papo Reto e integrante do Movimento, Rio de Janeiro. Os convidados debateram sobre vários temas relevantes da juventude negra. A roda de conversa foi de trocas de experiências, conhecimentos e depoimentos, relatos e as possibilidades e alternativas de promover o protagonismo e visibilidade da juventude negra, assim como de enfrentamento a todas as formas de violações de direitos sofridas e negligenciadas pela população negra jovem. Vidas Negras importam. 




Mobilizando os territórios das populações C, D e E, desde julho de 2018  nas regiões de Santa Maria, Pelotas e Rio Grande, a AVESOL contratou 18 colaboradores com perfil  de instaladores antenistas.
Estes novos colaboradores passaram a somar a equipe de mobilizadores sociais da AVESOL onde terão como função primordial orientar os beneficiários que já retiraram seus kits e executar a instalação correta do mesmo.
O processo completo da ação desenvolvida pela equipe da AVESOL Seja Digital inicia com a identificação dos territórios em potencial e abordagem aos beneficiários para realizar o agendamento da retirada do Kit. Os que ainda não tem cadastro são orientados a procurar os CRAS para fazê-lo, por fim, a nova equipe de antenistas visitarão novamente as residências para executar a instalação a qual é concluída com a geração do código premiado onde os beneficiários concorrem ao prêmio de R$ 2.000,00 (dois mil reais).








No dia 26 de outubro de 2018, na sede do Grupo Mãos Pompeianas em Porto Alegre, estiveram reunidos 4 integrantes do Grupo de Economia Solidária Mãos Pompeianas com a AVESOL para um momento de encontro, assessoria e reflexão sobre a Economia Solidária e a missão cristã, reflexo da identidade e realidade do grupo. Esse, que surgiu e até hoje se mantém em prol da geração de renda e atendimento a imigrantes da Paróquia Nossa Senhora da Pompéia em Porto Alegre. O momento ocorreu com reflexões e debates a partir de um texto, vídeo, dinâmica e músicas, possibilitando uma construção coletiva de percepção do trabalho evangelizador já feito através da Economia Solidária e de tomada de consciência dos desafios que estão pela frente. O encontro foi de muita partilha e vivência, uma vez que a EcoSol caminha junto a missão cristã.




1 de novembro de 2018

Edital 010/2018
Convênio 861471/2017 - MDH

Fornecimento de Alimentação (Lanches)

31 de outubro de 2018

A tarde de terça (30/10) foi de debates no Centro de Referência em Direitos Humanos – Avesol, com o evento “Café com Direitos: Redução Não é a Solução”. Dezenas de pessoas e entidades estiveram presentes no encontro, que por ocasião do mês da criança se debruçou sobre a proposta de redução da maioridade penal no Brasil e que deve voltar ao debate nacional após as eleições de 2018. Além da troca de ideias, o encontro teve como encaminhamento a criação e o fortalecimento de uma rede de proteção aos Direitos Humanos.

O CRDH – Avesol promoveu o debate por entender ser fundamental o diálogo e a articulação tanto da população jovem, como das pessoas que trabalham diretamente com este público, para que se possa refletir sobre o presente e o futuro dos Direitos das Juventudes. O advogado do CRDH, Pedro Gil Weyne, avalia que o encontro atingiu seu objetivo: “Tivemos um bom debate, com um bom público. A maioria das pessoas convidadas nos territórios onde realizamos as oficinas de Direitos Humanos compareceu e, mesmo sendo um tema difícil, jovens puderam fazer suas perguntas e o público gostou bastante.”

Convidados avaliam retrocessos e projetam dias de luta

O Mestre em Ciências Criminais pela PUCRS e advogado do Centro de Defesa de Direitos Humanos (CDDH) de São Leopoldo Lucas e Silva Batista Pilau abriu o debate trazendo um panorama jurídico. Sua fala apontou detalhes da proposta de redução da maioridade penal e o que isso mudaria na atual estrutura do sistema prisional e das instituições socioeducativas para a juventude.

Lucas apontou a importância dos Direitos Humanos para dar conta de problemas como a seletividade do direito e do sistema penal, que acaba punindo os mais vulneráveis. Como exemplo, estão as ações de combate ao tráfico de drogas, que em sua grande maioria acontecem nas periferias, e raramente nos bairros nobres. “Os Direitos Humanos existem para proteger as pessoas mais vulneráveis. Reduzir a maioridade penal deixa os adolescentes mais vulneráveis ao deixá-los sujeitos a um sistema pior”, avaliou.

Em seguida, foi a vez da Assistente Social, especialista em Direitos Humanos e Políticas Públicas pela Unisinos, coordenadora do Instituto Dakini Movimento e Igualdade, Ângela Spolidoro, trazer sua experiência, sob um ponto de vista mais social. Ela retomou o histórico da tramitação dos projetos a favor da redução. Desde 1993, a ideia circula no legislativo brasileiro, como também circula a resistência ao projeto. A partir daí, ela foi pontando as diferenças entre as lógicas punitivistas e de ressocialização e os discursos de violência que baseiam o debate, até os dias atuais.

“Há uma ideia de que o adolescente comete crime e não dá nada, mas não. Já existe um processo de responsabilização. E toda uma lei para isso. É a alta taxa de violência que está por trás desse debate, mas reduzir a maioridade penal não reduz a violência. O sistema prisional tem uma alta taxa de reincidência, está superlotado. Por isso, redução não é a solução”, afirmou Ângela

Encerrando as falas dos convidados abrindo para o debate, a mestranda em Sociologia e graduada em Direito pela UFRGS Betina Warmling Barros trouxe sua experiência na participação de um grupo de defesa jurídica e interdisciplinar de adolescentes encarcerados em Porto Alegre. Ela pontuou as diferenças entre o código penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, lembrando que o ECA já prevê quatro tipo de penas, ou medidas socioeducativas, para jovens infratores.

“Por que querem tanto reduzir a maioridade penal?”, questionou Betina, que em seguida lembrou que a aprovação da proposta por parte da sociedade é resultado de uma construção, de um sentimento de insegurança e de que o Estado tem que fazer algo. Mas, segundo ela, ao se colocar o jovem infrator dentro do sistema prisional, está se alimentando o crime. “Quando entra no presídio, a pessoa é obrigada a escolher uma galeria comandada por uma facção. Mesmo que não faça parte, tem que optar por uma e se sujeitar a todas as implicações de suas leis”, ponderou.

Fortalecimento da rede de proteção aos Direitos Humanos

O principal encaminhamento dessa edição do Café com Direitos foi o fortalecimento da rede de proteção aos Direitos Humanos na região de Porto Alegre, que envolve todas as pessoas que foram alcançadas nas atividades e oficinas realizadas nos territórios de atuação do CRDH. “Essa rede vem num momento de muita importância, pois está articulada nos territórios mais vulneráveis de Porto Alegre, nos lugares com as menores taxas de Índice de Desenvolvimento Humano. O evento também serviu para reunir essas pessoas mobilizadas, para elas se conhecerem e dialogarem,” avalia Pedro Gil.

Além de dezenas de participações individuais, com destaque para a defensora e ativista de Direitos Humanos Aide Venuzom, estiveram representados no Café com Direitos as seguintes instituições: Espro - Ensino Social Profissionalizante; ISBET - Instituto Brasileiro Pro Educação e Trabalho; Centro Social Marista Aparecida das Águas; o Centro Social Marista Santa Isabel; o Centro Social Marista da Juventude na Vila nova.

Clique aqui e assista à transmissão do "Café com Direitos: Rediução não é a solução"

Galeria de fotos












Fotos: Alexandre Garcia

26 de outubro de 2018

Cerca de 50 migrantes venezuelanos que vivem em Porto Alegre e Região Metropolitana participaram de um encontro de integração, no sábado (20/10), por ocasião do mês da criança. A atividade foi promovida pelo Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL, através do Projeto Araguaney, que presta apoio e atenção a migrantes Venezuelanos com atendimentos gratuitos no âmbito de demandas individuais e coletivas.

Celebrando o mês da criança, os pequenos venezuelanos que acompanharam seus pais aproveitaram para se divertir. Eles brincaram, jogaram bola, ganharam brinquedos e assistiram a uma apresentação de ballet infantil, inciativa das próprias alunas de uma escola da Zona Norte da capital gaúcha, que queriam compartilhar sua arte com as crianças venezuelanas.

Para os adultos, a música venezuelana e muita “charla” (conversa) permearam a tarde de integração. Na ocasião, foram realizados atendimentos sociais e doações de roupas, produtos de higiene, alimentos e calçados. Entre as principais demandas dos migrantes estão o trabalho, a regularização de documentos e vagas nas instituições de educação infantil para que as mães possam trabalhar.

Faça sua doação

A campanha de arrecadação de doações em prol dos migrantes venezuelanos segue contando com seu apoio e solidariedade. Promovida pela AVESOL, em parceria com a Rede Marista, a campanha foca agora em arrecadar alimentos, produtos de higiene e limpeza, material escolar, roupas e calçados masculinos e infantis.

As doações podem ser entregues diretamente na AVESOL (Rua Almirante Barroso, nº 665 - Bairro Floresta. Porto Alegre – RS). Os produtos arrecadados estão sendo repassadas aos migrantes que estão nos abrigos, que chegaram pelo processo de interiorização, e para os atendidos pelo Projeto Araguaney, que chegaram por conta própria e vivem em Porto Alegre e Região Metropolitana, sem auxílio governamental. Seja Solidário! Participe!

Conheça o Projeto

O projeto Araguaney de atenção a migrantes Venezuelanos se caracteriza por atendimentos gratuitos no âmbito de demandas individuais e coletivas de migrantes. Entre as ações do CRDH estão o atendimento social e orientações sócio jurídicas; informações gerais para refugiados, solicitantes de refúgios e migrantes em geral; orientação e validação de documentos; orientações sobre direitos e como acessá-los, acompanhamentos de processo em geral, recebimento de denúncias de violações de direitos, xenofobia, trabalho escravo; encaminhamento para o trabalho e cursos de qualificação profissional, curso de português, confecção de currículos e preparação para entrevistas; encaminhamento para os serviços da rede pública de saúde, de assistência social e jurídica; apoio para inclusão no sistema público de ensino e orientações para validação de diplomas.

Também a articulação política e em rede como a participação Fórum de Mobilidade Humana e em grupos de trabalho para criação e implementação de políticas públicas e projetos de lei para migrantes. O CRDH também promoverá a criação de eventos e atividades culturais para integração social, bem como, atendimentos de necessidades emergenciais através de ações pontuais de doação de alimentos e roupas, e outros encaminhamentos que se fizerem necessários.







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