30 de abril de 2020

A @AVESOL e a empresa @Ana Amaral Projetos Estratégicos uniram forças e estão lançando a Campanha “SALVE UMA CAUSA”.
A ação visa captar recursos financeiros para suprir as necessidades emergenciais durante o período da crise do Covid-19 mantendo ativas importantes ações em prol de diferentes causas sociais.
Neste primeiro momento estamos abrindo inscrições para Organizações de Porto Alegre e Região Metropolitana, que deverão preencher todos os itens do formulário de inscrição do link: https://forms.gle/4Kh4iCqtdTvqFkxe7

·         Prazo de inscrição: até 06 de maio de 2020.




20 de abril de 2020





Nesse momento de isolamento social que o mundo está passando, o trabalho voluntário também precisa de transformações.
Vivemos no momento com contexto extremamente desmotivador, precisando reverter esse circulo por emoções positivas e melhorara nossa conexão com o outro.
Nesse sentido o   Programa de Voluntariado da AVESOL também busca novos caminhos de conexão e solidariedade para enfrentar esse período de isolamento social, pois o Voluntá[email protected] sabe o quanto suas ações importam na vida de outras pessoas.
Nosso Voluntário Gabriel Fontoura nos enviou um vídeo falando um pouco de seu trabalho e continuidade nesse momento e sua conexão com os [email protected] .
Agradecemos ao Gabriel pela sua dedicação e carinho em continuar o trabalho em suas novas formas.



15 de abril de 2020

A pandemia inicialmente intimidou muitas pessoas, que ficaram em isolamento social, em suas casas, empresas que alegavam não estar trabalhando e parecia que o medo do desconhecido falava mais alto. Contudo, esse sentimento de impotência perdurou uma semana, pois a necessidade de se movimentar frente a pandemia falou mais alto, e pessoas e empresas estão se dispondo a somar com a Solidariedade.
Nos 15 primeiros dias da Campanha “Só a Solidariedade não pode PARAR!”, tivemos alguns resultados importantes que ajudaram muitas pessoas a se proteger.
Foram, aproximadamente, 1.000 m de tecidos doados, 2.500 máscaras e jalecos já confeccionados e entregues para 02 hospitais, catadores de 06 unidades de triagem e 02 instituições parceiras; 2.700 kg de alimentos distribuídos; 15 cestas básicas e 400 pacotes de massa distribuídas a 10 grupos de produção, 08 galpões de reciclagem e 25 famílias de imigrantes.
A Rede de Solidariedade está acontecendo graças ao trabalho voluntário dos 64 costureiras e artesãs da Rede Ideia, de pessoas que apoiam e divulgam e daqueles que mesmo distantes estão colaborando financeiramente para que isso aconteça.
Sabemos que ainda é muito pouco frente ao desafio do Coronavírus. Por isso, ainda precisamos de mais pessoas engajadas, empresas comprometidas e voluntários dispostos a fazer da Solidariedade a principal bandeira nessa pandemia! 
Precisamos proteger as periferias e os mais vulneráveis sócio economicamente falando!







9 de abril de 2020


O Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, atento às medidas de combate à pandemia do novo coronavírus (COVID-19), recomenda ao governador do Estado, Eduardo Leite, a criação de medidas de proteção e auxílio às comunidades em situação de vulnerabilidade social.
As comunidades em vulnerabilidade do Brasil, que expressam a desigualdade social e espacial, as precárias condições de vida, saúde, habitação, trabalho e lazer, tendem a sofrer os impactos do coronavírus de forma mais brutal. 
Existem 278 favelas no Brasil, segundo a pesquisa “impactos do coronavírus nas favelas”, e 84% das pessoas que vivem nessas comunidades, projetam uma redução de renda com as medidas de contenção. Outra consequência que esses moradores enfrentarão são as péssimas condições de saneamento básico, abastecimento de águas, coleta de lixo, transporte público e atenção básica à saúde.
O adensamento excessivo e a coabitação, que coloca pessoas com diferentes graus de vulnerabilidade ao vírus no mesmo espaço  reduzido de habitação e dificulta o isolamento de idosos e outros vulneráveis, pode intensificar a contaminação por COVID-19, sobrecarregar o Sistema Único de Saúde e pôr em risco a vida de muitas pessoas.
Considerando os cenários e a necessidade de ações para combater o coronavírus e preservar a vida de todos, o Conselho de Direitos Humanos faz a recomendação nº 23, para que o  executivo adote um plano emergencial para atender às comunidades em situação de vulnerabilidade social vivendo em precariedade urbana no Estado do Rio Grande do Sul, com a implantação de “benefício eventual” previsto na legislação de assistência social em caráter excepcional de modo a realizar, entre outras, ações sócio-sanitárias urgentes.







8 de abril de 2020


O Centro de Referência em Direitos Humanos/AVESOL e Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras realizaram um Café com Direitos sobre o Dia Internacional da Mulher. O evento ocorreu na sede do Maria Mulher na Vila Cruzeiro, zona sul de Porto Alegre, e contou com a participação de lideranças comunitárias em sua maioria mulheres.
Em formato de roda de conversa, Sandra - coordenadora do Maria Mulher – fez a abertura do evento fazendo uma memória da atuação da entidade, seus percalços com as obras desde a Copa do Mundo em 2014 que obrigaram a reconstrução da sede e os objetivos da organização para a reinauguração da sede e continuidade dos trabalhos na comunidade. Ressaltou a importância de defendermos a vida e a segurança das mulheres nas periferias bem como a criação de oportunidades para que possam exercer cada vez mais o protagonismo na família, na sociedade e no mundo do trabalho. Em seguida apresentamos o CRDH/AVESOL, nossa visão sobre a realidade das mulheres e nosso compromisso com os direitos e as políticas públicas de mulheres. Expomos alguns dados que demostram a desigualdade de direitos entre os gêneros e a violência contra a mulher, uma das maiores preocupações na luta por direitos iguais entre homens e mulheres. As lideranças comunitárias fizeram suas análises sobre a realidade do país, do estado e do município e projetaram os principais desafios na conquista de mais direitos para as mulheres, principalmente na periferia. Foi abordada a importância da articulação de uma rede de promoção e proteção dos direitos humanos das mulheres, uma rede que reunisse as demandas da comunidade e, junto ao poder público, encontrasse soluções.
 Encaminhamos a continuidade de reuniões na sede do Maria Mulher mobilizando mais mulheres, lideranças comunitárias e juventude para a construção desse processo popular que faça chegar até o poder público as demandas prioritárias.        



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