20 de dezembro de 2013

Está acontecendo em Brasília ente os  dias 11 a 13 de Dezembro de 2013 a 12ª Oficina para Inclusão Digital e Participação Social, contando com 315 participantes de todo o Brasil.

Desde 2001 vêm sendo realizadas as Oficinas, contudo, a partir de 2012, as Organizações da Sociedade Civil tomaram definitivamente a frente deste importante evento. Construída com muito esforço, esta edição experimentou instrumentos democráticos, arrecadou recursos, criou mecanismos para contemplar, da forma mais justa e possível, o maior número de participantes. Estão sendo priorizadas regiões com menos acesso a novas tecnologias e atores da Inclusão Digital e Participação Social que ainda não tinham participado de nenhuma edição. Selecionou atividades e organizou debates e oficinas pensando em formação relevante e na construção de bases para discutirmos, juntos/as os rumos de um projeto de Inclusão Digital e Participação Social para o país.

A 12ª Oficina é um espaço de conversa com os agentes públicos, um espaço de participação cidadã que está em nossas mãos. Devemos produzir diagnósticos e formular indicações para implementação de políticas públicas de Inclusão Digital e participação soial.




12 de dezembro de 2013

A comissão de destruição de mercadorias apreendidas da Inspetoria da Receita Federal, em Porto Alegre, está fazendo um trabalho de reaproveitamento de alguns produtos apreendidos, para isso foi feita uma parceria com a AVESOL (associação do voluntariado e da solidariedade), que conta co mais de 48 grupos de artesanato para que pudessem transformar os materiais em mercadorias comercializáveis, tais como peças de artesanato e trabalhos manuais, gerando um complemento de renda para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

E com esses grupos é feita uma rotatividade para que todos possam mandar seus representantes, assim descaracterizando materiais aprendidos e os transformando em artesanato. Alguns materiais podem ser utilizados na forma como foram apreendidos como, por exemplo, os prendedores para fones de celulares, que podem servir para fechar embalagens abertas. Uma boa parte dos produtos, porém, precisa ter sua marca arrancada de forma a não estragar a peça, para transformar-se em mercadoria reutilizável. Calças e bermudas jeans para adultos podem virar bolsas ou roupas infantis, camisetas transformam-se em roupas para animais de estimação, bolsas viram niqueleiras, tudo dependendo da quantidade do produto que poderá ser aproveitado e da criatividade das participantes.

Grupos como Cia. Do Fuxico, Elianartes, Artes Baby M Graça Criarte, Torotama Alvorada, Acorde Mulher, Mulheres de Fibra com Mãos de Fada e Tchê Amigas da Arte, trabalham para transformar os materiais em produtos comercializados em feiras. São mais de 48 grupos de economia popular solidaria cadastradas na Avesol, que se revezam na realização das tarefas.

As mercadorias apreendidas pela Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho (Direp), após os devidos trâmites legais e a declaração do perdimento, são disponibilizadas para a descaracterização. Trabalho que ocorre duas vezes por semana nas dependências da Inspetoria.



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