30 de agosto de 2019

A triste realidade dos Irmãos Venezuelanos nos direciona a tomar uma atitude, a fazer algo que possa minimizar a situação de precariedade e miserabilidade em que estão passando.
Para isso, a Associação do Voluntariado e da Solidariedade – AVESOL está iniciando a seleção de pessoas que se disponham a ser voluntárias em Boa Vista - Roraima, atuando no atendimento e acolhida dos imigrantes que estão provindos da fronteira com Brasil em busca de um sinal de esperança.
Se sentiu chamado? Acredita nessa causa humanitária? Envie seu currículo para [email protected] que entraremos em contato!


Em celebração ao Dia Nacional do Voluntariado, na tarde do dia 29 de agosto de 2019 no anfiteatro Irmão José Otão do Hospital São Lucas da PUCRS ocorreu a Formação para os Voluntários sobre o tema “Sabedoria e espiritualidade no mundo do cuidado, do conhecimento e da informação”, com o Ms. Edson da Pozzo, voluntário do HSL.
O momento foi de aprendizado e trocas  sobre  a sabedoria  no crescimento do Ser Humano e   a Espiritualidade na promoção da saúde, em todas as circunstâncias, é o compromisso no curso intensivo da vida que é um hospital.
Os Voluntá[email protected] participaram com suas vivências de troca, solidariedade e compromisso com o caminho que estão percorrendo de amor, e dedicação.  



Aconteceu no dia 21 de agosto de 2019, no anfiteatro Irmão José Otão, do Hospital São Lucas da PUCRS (HSL), o Encontro Mochila Aberta, que é a recepção e formação de novos Voluntários, encaminhados pela AVESOL. O encontro contou com a participação da Coordenação de Pastoral da Rede Marista.
O momento foi de partilha dos Projetos do HSL, em que os novos Voluntá[email protected] puderam fazer a sua escolha em qual deles a caminhada do Voluntariado se iniciará. 
Desejamos a todos uma caminhada de transformação solidariedade e aprendizado.
 Não existe outra companhia para a solidariedade humana senão a procura e o respeito da dignidade humana!



No dia 23/07/2019, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL ministrou oficina sobre Direitos Humanos das Crianças, Adolescentes e Jovens para educadores sociais do Centro de Educação Profissional São João Calábria, localizado na Estrada Aracaju, 650, Vila Nova, Porto Alegre/RS.
A oficina abordou a temática dos Direitos Humanos das Juventudes, em especifico o Estatuto da Criança e do Adolescente e teve como foco a disseminação dos direitos e garantias previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente. Após uma breve apresentação dos educadores presentes e do trabalho realizado pelo CRDH, foi feito um breve apanhado histórico da legislação que protege os direitos das crianças e adolescentes no Brasil.
Ao depois, os participantes foram separados em grupos. Cada grupo recebeu uma série de artigos do ECA que versavam sobre direitos do adolescente trabalhador, ato infracional, “lei da palmada”, educação, direitos fundamentais, direito à convivência familiar e medidas de proteção, entre outros.  
Optou-se por fornecer aos grupos artigos que se relacionassem diretamente com os problemas e questões que estes profissionais enfrentam no cotidiano de sua Instituição, em especial os artigos sobre o dever de relatar casos de abuso e violência aos órgãos competentes, estando o professor/diretor/educador da Instituição sujeito a penas criminais e administrativas em casos de omissão ou de conduta que causasse vexame a alguma criança e adolescente. Após debaterem entre si os artigos que receberam, cada grupo apresentou-os para o restante da turma. Com isso, surgiu um animado e caloroso debate sobre a efetividade da Lei, que muitas vezes não é cumprida, bem como sobre as formas de se melhorar os serviços. 
Alguns educadores relataram casos que viam em seu cotidiano, como a dificuldade e o preconceito que crianças abrigadas enfrentam nas escolas, postos de saúde, etc. Abordou-se também alguns artigos presentes no Estatuo d juventude, como o que prevê a passagem gratuita para jovens viajarem pelo Brasil.

Ainda, muitos dos presentes não conheciam, em detalhes, alguns aspectos da legislação sobre a criança e adolescente. Por isso, ao final, distribuiu-se tanto exemplares do ECA como do Estatuo da Juventude, para que as pessoas educadoras pudessem aprofundar os conhecimentos adquiridos e disseminá-los em seus locais de atuação.



No dia 22/07 de 2019, o Centro de Referência em Direitos Humanos-AVESOL ministrou 04 oficinas sobre Direitos Humanos e Direitos das Juventudes para jovens da Escola Estadual de Ensino Fundamental Onofre Pires, localizada na rua Beco do David, 269, Lomba do Pinheiro, Porto Alegre/RS.
A oficina abordou a temática da violência contra a juventude, tendo como enfoque os Direitos das Juventudes, como o Estatuto da Criança e do Adolescente, em especial a parte que prevê a responsabilização criminal de adolescentes envolvidos em atos infracionais e as diferenças entre o sistema de medidas socioeducativas e o sistema penal adulto. A participação dos jovens foi intensa, pois este é um tema que dialoga muito com a realidade dos adolescentes do Bairro Lomba do Pinheiro. Neste sentido, ao serem questionados se alguns deles tinham alguém próximo na família que já passou pelo sistema penal, houve respostas afirmativas.
Após uma breve introdução sobre o que é a criminalização da juventude, foram passados alguns vídeos que mostram a realidade do sistema penal e alguns aspectos sobre as tentativas de redução da maioridade penal.
Em seguida, os adolescentes foram divididos em grupos para fazerem uma leitura conjunta dos 18 motivos para ser contra a redução da maioridade penal. Os jovens depois expuseram para a turma os argumentos, tendo sido o tema debatido em grupo. Os jovens também manifestaram quais eram as principais formas de violência que presenciavam na sociedade.
Muitos não sabiam dos dados sobre os níveis de reincidência e a possibilidade de reinserção social, que é maior dentro do sistema de medidas socioeducativas. Assim, pode-se afirmar que há muito desconhecimento sobre os reais objetivos e consequências da redução da maioridade penal, sendo tal discurso utilizado de forma eleitoreira e demagoga por agentes públicos, com sérios riscos aos Direitos Humanos dos Jovens.  
Apontou-se os dados sobre mortalidade juvenil no Brasil, que é alarmante entre os jovens (15 a 29 anos), principalmente negros, e como poder-se-ia mudar esta realidade através da educação. Ao depois, para fazer os jovens refletirem sobre meios alternativos de lidar com os conflitos instaurados na sociedade, apresentou-se o modelo da justiça restaurativa em contraposição com o modelo atual de justiça retributiva. Ao final, todos disseram ter aproveitado muito a oficina, sendo o tema presente e atual em suas vidas.







No dia 13/07 de 2019, o Centro de Referência em Direitos Humanos-AVESOL ministrou oficina sobre Direitos Humanos, Economia Solidária e Participação Social para participantes da Rede Ideia/AVESOL, na 26ª Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop), no Salão do Hotel Dom Rafael Business, localizado na Av. N. Sra. das Dores, 903, Bairro Nossa Sra. de Lourdes, Santa Maria/RS.    
O objetivo da oficina foi falar sobre direitos humanos, economia solidária e participação social. A conversa iniciou com os participantes falando sobre as expectativas com a feira, sobre a realidade social de cada um, as suas comunidades, seus municípios, seus grupos de economia solidária. Eles foram instigados a falarem algo que gostariam de mudar em suas realidades.
Ao depois, passou-se um pouco do que são os direitos humanos, sua história e conceito. O que se propõe a economia solidária e a participação social. Também se ressaltou a importância de participar dos fóruns temáticos da economia solidária e a participação social nos conselhos. Destacou-se ainda as políticas públicas que vêm sofrendo um desmonte com o atual governo Bolsonaro. Foi apontado que o Conselho Nacional de Economia Solidária, por exemplo, ainda não se reuniu esse ano e a Secretaria Nacional da Economia Solidária não está recebendo os repasses. Referiu-se que iniciativas como a feira são importantes no sentido de gerar renda para pessoas com visão social mais aguçada, e não para grandes empresas.  
Debateu-se a importância de se fomentar o cooperativismo, a economia solidaria, os grupos, para que, principalmente as mulheres artesãs, tenham uma complementação da sua renda. Essas mulheres têm histórias diversas, muitas têm histórias sofridas, por uma questão de dependência econômica. Então a gente sabe que esse dinheiro, com os produtos comercializados, vai estar sendo empregado em pessoas que têm uma visão social mais aguçada, uma destinação correta, não está fomentando o agronegócio, não está fomentando grandes empresas capitalistas que lucram com isso, que exploram muita mão de obra, que violam direitos trabalhistas, essa é a importância da FEICOOP.
Sobre a atividade de formação, a participante Lisiane afirmou que foi muito boa, porque a AVESOL junta pessoas de diversas partes. "É muito legal esse choque de realidades, de pessoas trazendo coisas diferentes. Cada um falou dos seus anseios, dos medos, das coisas que querem mudar. Isso agregou um monte, ver outras realidades." Sobre a possibilidade da feira não acontecer no próximo ano, a artesã não vacilou: "A feira vai acontecer de um jeito ou de outro, vai ter feira ano que vem sim”.

Ao final, referiu-se que os desejos de mudança da realidade que foram apontado no começo da oficina podem ser alcançados com a participação social, na fiscalização e elaboração de políticas públicas. Após o término, houve confraternização do grupo, em uma noite fria de inverno em Santa Maria/RS.



19 de agosto de 2019

Aconteceu nos dias 17 e 18 de agosto de 2019 o processo de seleção para novos Doutorzinhos. Foram 175 inscritos, sendo 60 interessados em fazer parte de um projeto de doação e muita solidariedade.
A ONG Doutorzinhos atua em nove (9) hospitais e uma (1) entidade social, sempre levando aos pacientes, acompanhantes e equipe de profissionais, grandes doses de amor, de carinho e de muitas risadas. Os Doutorzinhos são voluntá[email protected], dedicando parte de sua vida no treinamento em “ser palhaço”, com comprometimento, dedicação e levando amor a quem precisa.
A AVESOL além de participar do processo de seleção, também efetiva o Voluntariado por meio de documentação legal, formação e organização social comunitária.
Todos os interessados também podem ser voluntá[email protected] em outras Organizações Sociais parceiras da AVESOL.
Parabenizamos a todos e todas que participaram desse processo conosco!

Voluntariado, adote essa ideia!

SELECIONADOS para o treinamento e formação dos Doutorzinhos (em ordem alfabética):

Bruna Hevelyn Flores Bento
Bruno de Souza Farias
Carmela Farias da Silva Tagliari
Caterine Etchebeste
Cinara de Freitas Claudino
Cláudia Micheli Muller
Cristiane Regina Brenner
Elisangela Martins
Fabiana Paltian Grendene
Fernanda Rubin da Rocha Wallauer
Giseli Terracciano Garcia
Giulia Muller
Jade Emanuelle Gonçalves Vieira
Julia Antunes Bregalda
Katiuscia Rodrigues de Freitas
Wanusa Ramos da Silva
SUPLENTES para o treinamento e formação dos Doutorzinhos (na ordem que serão chamados, caso haja alguma desistência até o início da formação ou falta de retorno do e-mail até o prazo mencionado):
1 - Renata Pinto Caceres
2 - Daniela Brandão Schramm
3 - Vanessa Rodrigues da Costa
4 - Edmundo Borda Thomé Francisco
5 - Nathalia Casagrande Borckhardt
O processo de seleção e formação dos Doutorzinhos é uma realização do Ministério da Cidadania e ONG Doutorzinhos.

Incentivadores: Unimed Porto Alegre, Stihl Ferramentas Motorizadas e Panvel

Apoio: Avesol



12 de agosto de 2019

Nos dias 06 e 07 de agosto de 2019, 70 catadores de diferentes cooperativas e associações de reciclagem do Rio Grande do Sul fizeram-se presentes no Encontro da Rede Ideia Rede de Catadores com o tema “Ética e Segurança no Trabalho”.  O encontro oportunizou um espaço de conhecimento, palestras, trocas de experiência e convivência, na ótica do fortalecimento das lutas e das causas dos catadores.
Na temática da Ética no trabalho, tivemos como convidado o Advogado trabalhista Pedro Ruas que ministrou um diálogo com todos, conforme o link:
Sobre Segurança no trabalho, o Professor Paulo Galante da ANCAT conduziu o momento e dialogou com todos, na perspectiva de melhoria das condições de trabalho nos galpões. Veja o momento no link:
Assim, se fortaleceu vínculos e se intensificou o trabalho em prol da melhoria de vida dos Catadores. Ao término do encontro, os catadores realizaram uma avaliação online dos 2 dias e manifestaram algumas propostas a serem trabalhadas nos encontros futuros, de modo que, o encontro da Rede Ideia Rede Catadores possa corresponder as necessidades mais emergentes dos galpões de materiais recicláveis. 





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