22 de novembro de 2017


O Centro de Referência em Direitos Humanos da Criança do Adolescente e do Jovem - AVESOL participou do Encontro de Experiências de Participação Cidadã, que ocorreu entre os dias 25 e 28 de outubro de 2017 na cidade do Rio de Janeiro e foi organizado pelo UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância, em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do RJ – TRE/RJ, a Escola Judiciária Eleitoral – EJE/TSE e o CINTERCOOP (ONG parceira do UNICEF).
O objetivo foi compartilhar experiência de educação cidadã, formação política e mobilização social de adolescentes e jovens voltadas para a consolidação dos Direitos Humanos e o fortalecimento da democracia. Participaram aproximadamente 35 adolescentes e jovens de todo o Brasil, integrantes das redes apoiadas pelo UNICEF e outros projetos sociais.
A participação do Brasil Marista no evento se deu através de adolescentes e educadores das províncias Maristas no Brasil.. O CRDH- AVESOL representou a Rede Marista Sul – DF – Amazônia juntamente com o adolescente Henrique Vilanova do Centro Social Ir. Bortolini. O propósito foi conhecer metodologias de participação cidadã de adolescentes, temas em análise e reflexões realizadas por várias redes de adolescentes no país promovidos pelo UNICEF. Os jovens Maristas além de participarem de todo o evento, aproveitaram para conhecer alguns pontos turísticos do Rio de Janeiro.
No dia 26 todos os adolescentes, membros das redes de jovens apoiadas pelo UNICEF, juntamente com os jovens maristas, participaram de uma atividade onde compartilharam suas experiências de vida e falaram dos projetos do qual fazem parte em suas cidades. Realizaram uma oficina onde, em grupos, os participantes debateram sobre os espaços de participação cidadã que ocupam e que outros espaços querem ocupar. Também sobre suas motivações, dificuldades e estratégias para inserirem-se e participarem de forma mais efetiva no controle social.
A atividade do dia 27, que foi no TRE-RJ, contou com a participação de aproximadamente 150 pessoas, entre educadores, professores, e adolescentes do Rio de Janeiro. Neste dia foi possível conhecer alguns projetos que mobilizam adolescentes e jovens no Rio de Janeiro. O coletivo Papo Reto falou de sua atuação no Complexo do Alemão, sobre a violência institucional e o extermínio da juventude negra. O ITS Rio abordou o uso da tecnologia e mobilização popular através da criação de redes na internet.  O projeto Luta pela Paz, que atua no suporte social, através da promoção da cidadania e o esporte como prevenção primária contou um pouco de sua história que já tem o saldo de mais de 250.000 jovens beneficiados. Enquanto o RAP da Saúde, que capacita jovens a tornarem-se promotores da saúde nas comunidades atua em mais de 50 comunidades do Rio e tem cerca de 260.000 mil pessoas atingidas.
Também foi apresentado o projeto #partiumudar do Tribunal Superior Eleitoral, que é uma inciativa do órgão para contribuir com a educação política de jovens com idades entre 14 e 18 anos e o lançamento da campanha de seleção virtual do CONANDA para participação de Adolescentes do Brasil no CPA – Comitê de Participação de Adolescentes no CONANDA. Ainda à tarde foram realizadas várias oficinas sobre projetos com juventudes e após um debate onde os jovens discutiram sobre os temas das redes em que atuam, como o empoderamento de meninas, juventude negra, jovens LGBT, adolescentes indígenas entre outros.

O encontro promoveu integração e partilha entre os jovens de redes de todo o país, os que participaram saíram transformados desta vivência e ficaram com a tarefa de compartilhar a experiência com seus grupos no regresso. Promover a participação cidadã de adolescentes e jovens na sociedade é contribuir para o protagonismo juvenil e, com isso, no enfrentamento de situações de risco que atingem essa significante parcela de nossa sociedade como a mortalidade juvenil, a violência de gênero, drogadição, saúde sexual e reprodutiva, entre outros. As juventudes sempre contribuíram para as transformações sociais, mobilizando-se corajosamente contra a arbitrariedade de alguns governos e na defesa de causas importantes como diretos humanos e democracia. Investir nas juventudes do presente é investir na sociedade do futuro. 





13 de novembro de 2017

O tema do quarto encontro Coração Solidário Marista 2017 foi “Que mundo temos e que mundo queremos?”. O evento começou bem antes de efetivamente acontecer. Isto porque, os 47 jovens e educadores de cada uma das 12 unidades sociais participantes, foram instigados a pensar sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e apresentar propostas para atingir as metas dos objetivos no dia do encontro. Dos 17 ODS, foram selecionados os ODS 4, 10, 11 e 16 para serem trabalhados pelos jovens antes, durante e após o encontro. 
Três unidades de diferentes regiões da cidade e do Estado receberam o mesmo ODS a ser trabalhado, assim sucessivamente. O objetivo era que jovens de locais e realidades diferentes pudessem mostrassem suas visões e possíveis soluções, desde seu ponto de vista, sobre o mesmo objetivo recebido.
Os jovens demonstraram ótima desenvoltura nas apresentações, conseguindo expressar de maneira muito qualificada as suas ideias em relação às metas de cada objetivo que receberam. Cada grupo apresentou de sua maneira os ODS, por meio de apresentação artística (teatro), slides de power point, cartaz, vídeo ou simples relato. Dentre os relatos, como síntese desse momento, pode-se destacar a fala do jovem Allan Ruan Borges (CAJU), para o qual “os políticos têm interesse em precarizar a educação, pois sabem que um povo esperto e consciente de seu papel na sociedade, é algo revolucionário”.
Ao depois, os jovens puderam, de maneira breve, apresentar ao grupo um pouco do que pensaram de ações para implementar as metas dos ODS que receberam. Os participantes se desafiaram a multiplicar, em suas unidades, os conteúdos trabalhados noEncontro, principalmente o ODS pelo qual cada um ficou responsável. Os educadores responsáveis que acompanharam os grupos durante o Coração Solidário também vão dividir a responsabilidade de efetivar os ODS nos espaços de missão.
No encerramento do Encontro, todos os participantes firmaram o compromisso de retornar para as unidades e apresentar os trabalhos desenvolvidos nas plenárias, mantendo os responsáveis pela organização do evento informados sobre os desdobramentos das ações feitas. 



8 de novembro de 2017

No dia 29 de setembro de 2017, o Centro de Referência em Direitos Humanos - CRDH realizou uma oficina para educadoras que trabalham no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) para Crianças e Adolescentes e na Educação Infantil no Lar de São José em Porto Alegre.
A oficina teve como foco a disseminação dos direitos e garantias previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Após a apresentação das educadoras e de um breve apanhado histórico do conceito de Direitos Humanos, as participantes dividiram-se em grupos e receberam uma série de artigos do ECA que versavam sobre direitos do adolescente trabalhador, ato infracional, “lei da palmada”, educação, direitos fundamentais, direito à convivência familiar e medidas de proteção, entre outros.  
Optou-se por fornecer aos grupos artigos que se relacionassem diretamente com os problemas e questões que estes profissionais enfrentam no cotidiano de sua Instituição, em especial os artigos sobre o dever de relatar casos de abuso e violência aos órgãos competentes, estando o professor/diretor/educador da Instituição sujeito a penas criminais e administrativas em casos de omissão ou de conduta que cause vexame a alguma criança e adolescente.
Após debaterem entre si os artigos que receberam, cada grupo trouxe os artigos que acharam mais relevantes para o restante da turma. Com isso, surgiu um animado e caloroso debate sobre a efetividade da Lei, que muitas vezes não é cumprida, bem como sobre as formas de se melhorar o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.

Ainda, muitos dos presentes não conheciam, em detalhes, alguns aspectos da legislação sobre a criança e o adolescente. Por isso, ao final, distribuiu-se tanto exemplares do ECA, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, para que as profissionais da Instituição pudessem aprofundar os conhecimentos adquiridos e disseminá-los em sua entidade.

1 de novembro de 2017

No dia 26 de outubro de 2017, a AVESOL e o Núcleo de Voluntariado AVESOL / PUCRS  realizaram no Centro de Pastoral e da Solidariedade  da PUCRS, o Encontro com as Instituições parceiras  do Programa de Voluntariado da AVESOL.
A pauta do encontro foi a apresentação das reformulações do Projeto de Voluntariado do Núcleo de Voluntariado AVESOL / PUCRS,  uma breve apresentação de cases de boas práticas de Instituições  parceiras, onde o Voluntariado está se estruturando, e um feedback com as mesmas sobre o processo de envio e acompanhamento dos Voluntári@s.
 Para que as ações resultem em transformações verdadeiras para a sociedade, se faz também necessário as implicações destas ações, as questões éticas e jurídicas e um conhecimento sobre gestão de voluntariado.  Nesse ponto foi debatido sobre a importância da documentação e seu preenchimento correto, indispensável para o início do trabalho, dando todo apoio legal tanto para a entidade assim como para o próprio Voluntári@.   
O Voluntariado é uma construção de um mundo mais justo e sustentável, onde as Instituições também ganham, pois inserem valores de responsabilidade individual e social no ambiente de trabalho, promovendo e incentivando uma cultura e cidadania, reafirmando seu compromisso ético, onde as relações sejam duradouras e de confiança com a sociedade.
E como dizia Paulo Freire “ Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, refazendo e retocando o sonho pelo qual se pôs a caminhar.”

Até o próximo encontro!!!!


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