21 de novembro de 2016

No fim de semana do dia da Consciência Negra, o CRDH – AVESOL, junto com o voluntário Marcelo, promoveu o evento de formatura para a concessão do grau de Mestre de Capoeira do Grupo Olùfé a este voluntário.
O evento contou com a participação de mais de 100 crianças, integrantes de projetos sociais promovidos pela Rede Marista, bem como diversos Mestres de Capoeira do Rio Grande do Sul. Todos foram recebidos neste CRDH para um rápido lanche. Em seguida, no ginásio do Colégio Marista São Pedro formou-se uma grande roda de capoeira, com muito axé, música e diversão. As crianças puderam jogar muita capoeira, tanto com os adultos presentes, como entre si. Ao depois, o Mestre do Grupo Olùfé, Mestre Bolívar, entregou para Marcelo a corda branca que simboliza o grau de Mestre de Capoeira. Então, todos os Mestres de Capoeira presentes jogaram com Marcelo, sendo esta uma maneira de legitimar e testar as habilidades do novo Mestre.

Ao depois, foi realizado um grande banquete com frutas para repor as energias gastas na roda de capoeira. O evento foi muito significativo, tanto por ser a formatura de Mestre de Marcelo, como por ter difundido e reafirmado a cultura capoeirista em Porto Alegre, justamente no fim de semana em que se reflete sobre o dia da Consciência Negra, sendo a capoeira uma cultura de resistência do povo negro. Assim, foi um evento para afirmar a diversidade cultural da sociedade brasileira, pois a garantia da existência e da liberdade de expressão de diferentes culturas é pilar fundamental da garantia dos direitos humanos. 




O Programa de Voluntariado da AVESOL realizou no dia 10/11/2016 o Encontro de Capacitação para as Organizações Sociais parceiras com o tema “Gestão de Voluntários”. 
Estiveram presentes 10 representantes de Organizações Sociais, e o encontro aconteceu em dois momentos: no primeiro foi dado as boas-vindas a todos participantes pelo Irmão Miguel Orlandi, do Conselho Diretor da AVESOL, onde enfatizou a importância do encontro e também dos Voluntários nas Organizações. Após os participantes se dividiram em grupos refletindo o texto “Gestão de Voluntários no Terceiro Setor” (Lise Mari Nitsche Ortiz): 

“ (...) onde antes só existia a prática voltada a caridade, e a intenção de ajudar era a prioridade, sem importara ação que seria executada, agora vemos a prática cidadã, no sentido de participação ativa dos indivíduos em assuntos da comunidade e de desenvolvimento dos cidadãos.  (trecho do texto)

Na partilha dos debates em grupo foi possível verificar que situações cotidianas relacionadas com o Voluntariado nas organizações, acontecem em comum, assim como a importância de estabelecer processos e pessoas de referência para o acolhimento de pessoas voluntárias.
Também foi enfatizado a importância da documentação (Cadastro do Voluntário, Termo de Adesão ao serviço Voluntário e o Registro de frequência a título de comprovação para Certificado).  Foi sugerido que alguns encontros poderiam ser realizado em uma Organização parceira, assim todas teriam a possibilidade de conhecer e formar uma rede de solidariedade entre as mesmas. 

Ser um Voluntário é gratificante e recompensador. Esta atividade é interessante para conhecermos melhor a realidade que nos rodeia, construindo laços com diferentes pessoas e tornar a vida menos artificial , compartilhando saberes e ideais  e compartilhando vínculos com as organizações.   




O Hospital São Lucas, parceiro do Programa de Voluntariado da AVESOL, realizou no dia 17/11/2016, quinta-feira, a terceira etapa do Projeto “Memórias Afetivas, Brincando  e Interagindo” com o grupo de crianças  do Clube de Mães Aparecida, no Campo da Tuca.
Com a presença de colaboradores/voluntários do Hospital São Lucas e da AVESOL, e com duas Voluntárias da Faculdade de Letras da PUCRS. Iniciou com a contação de histórias pelas Voluntárias, onde a participação e a vibração das crianças foi o ponto culminante.  Outro momento especial foi a partilha das crianças das histórias contadas através de desenhos e pinturas, e a criatividade das mesmas surpreendeu a todos.
Após a confraternização foi um bom lanche com doações dos funcionários do HSL para esta tarde de muitas brincadeiras e risadas.

Gratidão por podermos compartilhar de momentos tão especiais como esse.


“Os Voluntários não doam somente o seu tempo e sua generosidade, mas respondem a um impulso humano fundamental: a vontade de colaborar, de ajudar. De dividir alegrias, aliviar sofrimentos e de melhorar a qualidade da vida em comum”. (Autor desconhecido)



11 de novembro de 2016

Novembro, mês da Consciência Negra, época em que emerge várias discussões acerca da questão racial, onde somos convocados enquanto defensores/as dos direitos humanos a intervir de forma intransigente pela eliminação de toda e qualquer forma de preconceito e racismo.
Neste sentido, na tarde de ontem, 09/11/2016 o CRDH- AVESOL, promoveu oficina sobre “Gênero, raça/etnia e os impactos do racismo nas relações humanas”, juntamente com os/as trabalhadores/as dos Correios (CDD - Zona Norte/POA). Tal atividade compôs a agenda SIPAT - Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho.
A pertinência da discussão dentro da SIPAT foi evidenciada pela fala dos/as trabalhadores/as ao referirem os impactos do racismo e das discriminações de gênero (mulher) na saúde da classe trabalhadora. Por meio de uma vivência de grupo, os/as trabalhadores/as expuseram suas opiniões acerca das políticas públicas afirmativas, bem como, as políticas internas da empresa, que buscam reconhecer as diferenças entre gênero buscando promover por meio de política interna a equidade entre os mesmos.
A interação dos/as trabalhadores/as evidenciavam a necessidade latente desta discussão no âmbito do trabalho. “Nunca falamos sobre racismo na SIPAT, esta é a primeira vez, e acho que tem de ser abordada muitas outras vezes”, referiu um trabalhador ao avaliar a atividade realizada. Outro nos apontou que: “Não podemos nos restringir a discutir sobre o racismo apenas no mês de Novembro. Isso é tema para o ano inteiro”.
E desta forma, nos colocamos ao lado destes/as trabalhadores/as que, de forma muita ativa e consciente, buscam promover ações que possam coibir situações de racismo no ambiente de trabalho e que afetam diretamente aqueles/as que vivenciam histórica e cotidianamente na pele os efeitos do racismo, ou seja, a população negra.
Pelo fim do racismo e pela equidade de gênero, lutemos!!



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