23 de junho de 2015

Quem diria, já estamos na segunda compra coletiva de fibra de silicone (plumante).A fibra de silicone é uma das principais matérias primas para os artesãos que confeccionam almofadas, bonecas entre outras coisas que levam enchimento. A  compra beneficiou quinze empreendimentos econômicos solidários que absorveram cerca de 130 quilos do material barateando os custos de produção de 30% até 50%.
O quê trinta a cinquenta por cento menos de custos, comprando insumos mais baratos, me ajude a entender, como? 
Resp: O artesão que gastava dez reais para produzir uma almofada, participando da compra ele gastará de cinco a três reais a menos.  E mais ainda, com os insumos mais baratos o artesão, ou terá um produto mais competitivo, e ou, poderá dar um desconto maior ao seu cliente.
A fibra de silicone pode variar no mercado entre dezessete e vinte e dois reais, além da fibra os artesãos também usam de reaproveitamento de resíduos têxteis para produzir seus trabalhos o que além de tronar os produtos únicos ajuda a natureza. Adquirindo produtos que além de bonitos e úteis tem um valor social e ambiental.

AVESOL acredita nessa ideia louca de cooperação e solidariedade, onde a união faz a força, então partiu!
#cooperação#solidariedade#AVESOLredessolidárias;

16 de junho de 2015

O reaproveitamento de materiais está diretamente ligado ao princípio de sustentabilidade, preconizado pela Economia Popular Solidária. Dessa forma,  AVESOL possui um eixo de Parceria Sustentável, em que estabelece parcerias com diversas empresas e organizações para recebimento de doações de materiais como: uniformes, camisetas, jalecos, calças jeans, malotes, entre outros. Os materiais gerados pelas empresas são encaminhados à AVESOL, que disponibiliza para os grupos da Rede Ideia, utilizarem os mesmos como matéria prima, aproveitando todo ou grande parte do material.
Além de aumentar a vida útil de tecidos e demais doações, os Empreendimentos Econômicos Solidários da Rede Ideia têm uma diminuição no custo de produção, respeitando o meio ambiente e também o fortalecimento a economia solidária onde nada se cria tudo se transforma. Alguns parceiros já estão ampliando esse conceito para a logística reversa, pois absorvem novamente os materiais, através de novos produtos como brindes empresariais.




O Fórum Gaúcho de Economia Popular Solidária está organizando uma petição e um abaixo assinado para a retomada das ações da Economia Solidária no Estado do RS. Já são mais de 160 dias que o Programa de Economia Popular Solidária está parado, mesmo havendo recursos do governo federal para projetos, nenhuma ação vem sendo realizada pelo governo Sartori.
E, os recursos previstos pela Lei Orçamentária Estadual de 2015 também não estão sendo implementados.
O Fórum Gaúcho de Economia Popular Solidária pede seu apoio: assine a petição Governador Sartori: O Programa de Economia Popular Solidária deve recomeçar agora!
Acesse aqui: avaaz.org
Além da petição, também estamos com um abaixo-assinado para ser levado para reuniões e encontros, facilitando a participação de quem ainda não usa a internet.
Contamos com o apoio de cada um/a e de seus coletivos nesta campanha!

Fórum Gaúcho de Economia Popular Solidária​

15 de junho de 2015

Nos dias 17,18 e 19 de junho de 2015 acontecerá a Feira da Cidadania-Rede Ideia Cultivando o Amanha  com a participação de 17 grupos da Rede Ideia. O evento acontece mensalmente em colégios Maristas com a exposição de empreendimentos associativos solidários de artesanato, confecção e alimentação, que assessorados pela AVESOL, divulgam e comercializam seus trabalhos. A feira será no Colégio Marista São Pedro, na Rua Álvaro Chaves 625 – Bairro Floresta, das 8 horas às 18 horas. Convidamos a todos e todas para prestigiar o trabalho realizado por pessoas que encontram na Economia Solidária a valorização dos seus fazeres e a potencialização ddesenvolvimento sócio produtivo.



Veja mais fotos do evento na nossa sessão Fotos.

5 de junho de 2015

Novas regras na captação de recursos públicos no Terceiro Setor Lei 13.019/14 amplia a importância da contabilidade para a realização de parcerias. O Terceiro Setor vivencia atualmente um forte movimento de regulação para ampliar sua capacidade de desenvolver vantagens competitivas, especialmente a partir das novidades nas formas de captação de recursos que têm se proliferado tanto em chamamentos públicos (para verbas públicas) quanto em editais (para as privadas). O acesso a esses recursos disponíveis, porém, envolve cada vez mais disputas nos âmbitos de qualidade e de custo. Isso amplia a necessidade de controle e gestão, o que obriga as Organizações da Sociedade Civil (OSCs) a se adaptarem às novidades trazidas pela nova lei, para não ficarem fora do mercado. Neste contexto, a legislação tem colocado a contabilidade em destaque como um meio de controle e prestação de contas.
 A lei 13.019, de julho de 2014, por exemplo, que entra em vigor em julho de 2015, obriga as OSCs que pretendem captar recursos públicos a manterem em seus estatutos um artigo específico sobre a questão contábil. Isso significa que a gestão da OSC tem essa responsabilidade a cumprir e, caso não siga as normas, poderá ser considerada inadimplente na utilização de verbais governamentais. Em consequência desse não cumprimento, há ainda a possibilidade de os problemas se estenderem até mesmo para a diretoria da entidade. Como a lei exige que a OSC cumpra as Normas Brasileiras de Contabilidade, boa parte dos estatutos atuais deverão ser alterados. Além disso, a administração da OSC e seu contador precisarão seguir, no seu todo, as determinações do Conselho Federal de Contabilidade. O conhecimento desta movimentação e a preparação da entidade para os novos tempos são de extrema importância, sob pena de, no curto prazo, haver a constatação de que a evolução da OSC ficou comprometida por falta de planejamento e miopia na visão do progresso do mercado.
A Lei 13.019 regulariza as parcerias voluntárias, envolvendo ou não transferências de recursos financeiros, entre a administração pública e as organizações da sociedade civil, em regime de mútua cooperação, para a consecução de finalidades de interesse público. Ela traz um conjunto significativo de novidades para a realização dessas parcerias. A nova legislação tem a vantagem de consolidar e homogeneizar várias atividades como: uso de Termo de Fomento e Termo de Colaboração; ter aplicação para todos os entes federativos (Federal, estadual, municipal e empresas de economia mista); restringir o conceito de convênios apenas entre os entes públicos; chamamento público obrigatório; atuação em rede; aceitação de despesas de recursos humanos da própria OSC e despesas administrativas no limite de 15% do total do projeto; organização do Conselho Nacional de Fomento e Colaboração; capacitação e monitoramento; e a participação da sociedade civil.
A lei carrega, contudo, uma grande dificuldade de implantação, uma vez que, sendo nacional, todos os municípios e OSCs do Brasil estarão sujeitos aos mesmos procedimentos. Apesar da sua vigência ter sido prorrogada para julho de 2015, seguramente essa questão trará desafios a serem superados pelo poder público e pelas OSCs, podendo, inclusive, limitar as parcerias até a total adaptação aos novos procedimentos.

Assim, o tratamento do recurso público, que é de natureza restrita ou vinculada, por força de legislação, deve ser totalmente segregado dos demais recursos. Isso deve ocorrer não só nas receitas e despesas, mas também no patrimônio – o que significa ter contas contábeis diferenciadas para os ativos, passivos, receitas e despesas resultantes da utilização dos recursos públicos. Desta forma, é imprescindível que haja segregação de recursos por projetos e/ou investidores sociais que exigem prestação de contas específicas. Segundo as normas de contabilidade, “as demonstrações contábeis, que devem ser elaboradas pela entidade sem finalidade de lucros, são o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado do Período, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa e as Notas Explicativas decorrentes, bem como os recursos sujeitos a restrição ou vinculação por parte do doador. Cabe ressaltar ainda que não existe obrigatoriedade de publicação das demonstrações contábeis das entidades sem fins lucrativo.


Faça sua inscrição pelo link https://pt.surveymonkey.com/s/V87WMZX

Programação
Data: 17 de junho de 2015
Local: Centro de Eventos - Prédio 41
Horário: 9 h às 17 h.
Credenciamento: 8 h às 9hs
9hs e 15min
Mesa de Acolhida :   Um representante da Sociedade Civil e anfitrião do local.
Mesa de Posicionamento :
Fórum Estadual da Assistência Social, Fórum Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Estadual de Assistência Social, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de POA, Conselho Municipal de Assistência Social de POA, Fórum Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho do Orçamento Participativo de POA e Secretaria Geral da República.
10 h. Boas Práticas
Município de Caxias do Sul e suas mudanças conforme o Marco Regulatório (30 min)
Fala do Gestor FAS e Representante da Sociedade Civil do CMAS de Caxias do Sul.
10h. 30-Intervalo
10 h 45- Mesa Redonda
TCU,  TCE,CGU,MP  e  Secretaria Geral da República.
Almoço: 12h30
14 h. Continuação da mesa da manhã com momento de Perguntas e respostas:
TCU,TCE, CGU,MP  e  Secretaria Geral da República

16h 30 - Leitura e aprovação de  Carta Propositiva





Infelizmente, Porto Alegre foi palco de mais um triste assassinato ocorrido na madrugada do último dia 4. O crime por si só já merece repúdio e investigação atenta das autoridades. Segundo a imprensa, porém, paira uma suspeita de crime de ódio. Crime de ódio contra uma transexual.
Curiosamente, o crime ocorre em meio a um boicote promovido por setores obscurantistas contra uma campanha publicitária onde pessoas do mesmo sexo trocam presentes no dia dos namorados. Boicote que tem apenas uma tônica, o preconceito.
O ódio por si é um sentimento que revela muito mais sobre quem odeia, do que sobre aquele que é odiado. Quanto de discursos, e até mesmo piadas, carregados de preconceito, que mesmo que pareçam inofensivos como na polêmica referida, ajudam a alimentar o ódio?
O ódio resulta em violência pelos mais variados motivos. Todavia, quando o ódio se junta ao preconceito e a intolerância e a comunidade responde com indiferença a essa junção ignominiosa, acaba dizendo mais sobre a coletividade do que sobre quem comete o crime de ódio. A história é pródiga em demonstrar que a banalização do mal leva a atos de barbárie. Confirmado mais um assassinato por crime de transfobia, deve-se ligar não apenas um alerta para a impunidade, deve-se, sobretudo, ligar-se um alerta para todos nós, sem exceção.


Mais notícias em http://correiodopovo.com.br/Noticias/558206/Policia-investiga-suspeita-de-homofobia-em-assassinato-na-Capital.





Em artigo publicado na ZH de ontem (26), o deputado Adão Villaverde destaca que não podemos deixar que o fundamentalismo baseado no ódio e na intolerância ocupe o lugar das legítimas tradições plurais e democráticas.

Abaixo, a íntegra do texto. 

Uma vertente para o fascismo
* Adão Villaverde
Quando se debate, em evento público, a intolerância e o ódio que salta do mundo real para disseminar-se no anonimato do mundo virtual, presume-se que todos participem com espíritos desarmados, aceitando divergências e se manifestando adequadamente.
Se tiver diferenças, que dê opinião, sem apelar à agressão e ao desrespeito aos interessados. Foi o pressuposto da oportuna iniciativa da deputada Manuela D’Àvila, na Assembleia, na semana passada, ao ouvir jornalistas e cidadãos sobre como entender o ódio e a intolerância nas redes.
Surpreendentemente, desconsiderando a legitimidade das diferenças, um grupo se esmerou em cercear opiniões e interditar a atividade, demonstrando na prática presencial o que faz nas redes, em manifestação explícita de supressão do pensamento do outro. Lamentavelmente, falta a alguns pretensos liberais de hoje, aquilo que sobrava aos de outrora. Estes trocaram a essência do liberalismo pela violência e quebra de regras mínimas de convivência.
Na democracia, não se pode tudo, muito menos negar ao outro o direito do contraditório, ainda mais com práticas fascistas e regressivas. É como se perguntava a filósofa Hannah Arendt, emOrigens do totalitarismo: “como aceitarmos o inaceitável, a inutilidade da existência e a recusa ao outro?”
Sabemos que a intolerância é vizinha do ódio e parente da violência, que ultrapassa, com perversa naturalidade, todos os limites do respeito e da aceitação dos diferentes. Deve, portanto, ser repudiada, venha de onde vier. Omitir-se ou justificá-la, assegurando-lhe impunidade, é acumpliciar-se a ela.
Expressão maior das representações políticas da sociedade, em nome do direito de opinião e das diferenças, o Parlamento não pode ser espaço para promoção dessas práticas. Devemos evitar que este fundamentalismo desprovido de conteúdo, que faz uso de métodos com opção pela violência, ocupe o lugar das legítimas tradições plurais e democráticas, tão duramente construídas nas últimas décadas, quando a Assembleia teve papel fundamental.
Ou, doravante, deixaremos caminho aberto para o interdito das sempre salutares pluralidade de ideias. Autorizaremos que se instale, em solo gaúcho, o arbítrio e a prepotência do delito de opinião, que fere as liberdades individuais e coletivas e alveja de morte o Estado democrático de direito.


* Engenheiro, professor e deputado estadual (PT-RS)

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