11 de novembro de 2019


O Centro de Referência em Direitos Humanos da AVESOL realizou, no dia 16/09/19, duas oficinas sobre “Bullying e Cultura da Paz” para 69 adolescentes da Escola Padre João Inácio de Mello no município de Capela de Santana. Introduzimos as oficinas identificando a prática de bullying nas escolas e a maioria dos jovens falaram que é muito presente na vida deles. Os participantes falaram sobre os tipos de bullying que viveram e dissemos que era um problema tão sério visto e existência de leis e instituições que tratavam do combate ao bullying. Apresentamos as leis Municipal de Porto Alegre e a Federal que conceituam, caracterizam, tipificam e recomendam procedimentos para o acompanhamento dos casos. Utilizamos os artigos 17 e 18 do Estatuto da Criança e Adolescente, o Estatuto da Juventude e a Constituição Federal para justificar a gravidade de práticas como a intimidação sistemática e a violência entre adolescentes. Encerramos as oficinas apontando a Cultura de Paz como solução geral a cultura de violência e ressaltando a orientação da lei municipal de Porto Alegre n° 10.866 para que todas denúncias sejam registradas em ata e informadas ao conselho tutelar e famílias para mediação urgente.     




No final do mês de outubro foram finalizadas as oficinas de capacitação para os seis grupos participantes do projeto Recriando Ideias da parceria entre o Instituto Lins Ferrão e Rede Ideia/Avesol.  Até o mês de dezembro serão entregues 3.800 brindes produzidos pelos grupos ao parceiro.

No dia 29 de outubro, o grupo Mulheres de Fé recebeu em sua sede em Gravataí os grupos Toka da Arte também de Gravataí e Estrela de Luz de Alvorada para a oficina que possibilitou a todos o desenvolvimento e aprendizado das técnicas que serão utilizadas para a produção dos brindes.

No dia 31 de outubro foi a vez do grupo TC Couros de Viamão receber em sua sede os grupos AVA também de Viamão e Transformando Arte de Porto Alegre para os trabalhos de formação.

Todas as oficinas de capacitação foram realizadas pela designer Luísa Freitas dos Santos e pelo educador social Marco Cardoso, ambos da Avesol.

Durante o mês de novembro serão realizadas as assessorias diretamente nas sedes de cada grupo com o objetivo de orientar e apoiar a produção dos brindes.

Os grupos estão bastante motivados e acreditam que está sendo uma experiência valiosa para aprendizado e desenvolvimento de técnicas que possibilitarão em melhorias da qualidade dos produtos desenvolvidos possibilitando o aumento da geração de renda para todos os envolvidos.










Nos dias 06 a 08 de novembro ocorreu no Colégio Marista Champagnat em Porto Alegre a Feira da Cidadania. Ela contou com a presença de 13 empreendimentos solidários integrantes da Rede Ideia / AVESOL. Na feira, além da comercialização de produtos ecologicamente corretos, se buscou vivenciar o princípio da solidariedade entre os feirantes e para com a comunidade escolar através da prática de um comércio justo. Nesses 3 dias, os empreendimentos solidários foram desafiados a trocarem de banca com outros empreendimentos e comercializarem seus produtos. Esse desafio teve por intuito gerar maior vínculo entre os feirantes e um maior conhecimento do trabalho desenvolvido pelos demais, uma vez que para que haja comercialização, é preciso diálogo e confiança. Na tarde do dia 08/11, ocorreu um momento de avaliação das Feiras e de questões pertinentes aos grupos na presença de um assessor da AVESOL.




8 de novembro de 2019


Uma importante parceria está sendo construída entre AVESOL e a PEJ – Penitenciária Estadual do Jacuí, administrada pela Brigada Militar. Com o objetivo de criar oportunidades de reintegração aos apenados que estão prestes a serem colocados em liberdade, a diretoria da PEJ procurou a AVESOL para que sejam desenvolvidas oficinas que propiciem a capacitação laboral desses apenados que estão se preparando para o retorno ao convívio social.
No final de outubro, a diretoria da PEJ realizou uma visita à sede da AVESOL para expor o projeto que está sendo elaborado e convidar os representantes da AVESOL para uma visita às instalações da PEJ para conhecer de perto a estrutura que será disponibilizada para a que a parceria se torno realidade.
No dia 06 de novembro, uma visita à Penitenciaria Estadual do Jacuí foi feita pelo Irmão Miguel Antônio Orlandi, membro do Conselho e pela Supervisora Administrativa, Daniela Van der Straeten Pimentel. Na ocasião, foram recebidos pelo Diretor da PEJ, Major Fabiano Henrique Dorneles e pelo Tenente Maurício Daher de Oliveira, que será o responsável pela parceria que será firmada com a AVESOL. Também estavam presentes a assistente social e a psicóloga que atendem a PEJ.
Através desse projeto, a PEJ pretende ampliar as opções de socialização já existentes como horta comunitária, gráfica, unidade de triagem de resíduos, alfaiate, que permitem aos apenados vivenciarem aprendizados que são úteis durante o período em que cumprem suas penas e depois que são reintegrados à sociedade.






No dia 07/10/19 o Centro de Referência em Direitos Humanos da AVESOL ministrou duas oficinas com o tema “Direitos das Minorias” com a participação de 51 adolescentes na Escola Jean Piaget, bairro Parque dos Maias. Iniciamos as oficinas exibindo um vídeo sobre o tema e pedindo para que comentassem o que assistiram e compreenderam. Os jovens foram muito participativos e identificaram que mulheres, negros/as, indígenas e LGBT tem um tratamento desigual na sociedade por meio da discriminação, preconceito e diversas violências. Como a questão de gênero já havia sido trabalhada em oficina anterior dividimos as turmas em três grupos para que levantem perguntas e façam comentários sobre racismo, discriminação contra indígenas e homofobia. O trabalho em grupos foi muito produtivo e percebemos um bom desenvolvimento sobre os temas ligados aos direitos humanos. Concluímos as oficinas exibindo um vídeo sobre a homofobia visto que é uma discriminação que precisa ser mais pautada para avançarmos enquanto humanidade.   



     


O Programa de Voluntariado da AVESOL realizou em 06 de novembro uma visita a SPAAN (Sociedade Porto Alegrense de Auxílio aos Necessitados) para retomar o vínculo e a parceria junto ao Voluntariado.
A SPAAN é uma Instituição sem fins lucrativos, fundada pelo Rotary Clube de Porto Alegre e presta assistência a cerca de 130 idosos em situação de vulnerabilidade , realizando um trabalho dedicado a proporcionar uma velhice digna, com conforto, atenção e qualidade de vida aos seus moradores.
Contando com uma equipe técnica multidisciplinar e também com um grupo de Voluntários que realizam um importante trabalho na Instituição.
Com uma nova gestão para cuidar do trabalho voluntário, agradecemos a acolhida pelo seu Coordenador Athos Moreira, tendo a certeza que os laços novamente conectados contribuirão para uma transformação social mais justa.     





7 de novembro de 2019


No dia 18/10 de 2019, o Centro de Referência em Direitos Humanos-AVESOL ministrou oficina sobre Gênero e Sexualidade para jovens atendidos pelo Projovem no CRAS Timbaúva da Instituição Esperança Cordeiro, localizado na Rua Irmão Faustino João, nº 89 - Bairro Rubem Berta, Porto Alegre/RS.
A oficina tratou sobre sexualidade e questões de gênero, incentivando o debate sobre o assunto que causa muitas dúvidas nos jovens. Neste sentido, foram passadas noções básicas sobre prevenção a gravidez indesejada e IST’s, bem como sobre orientação sexual. Foram passadas noções sobre o uso da camisinha e a eficácia do D.I.U.
A conversa com os jovens também abordou o tema do consentimento, uma vez que quando não há consentimento em uma relação afetiva/sexual estará havendo uma violência e, muitas vezes, um estupro.
Ao depois, abordou-se o tema do gênero e da transexualidade, conscientizando-se os jovens sobre a importância do respeito à diversidade.
Neste sentido, referiu-se os dados alarmantes da violência de gênero, que causa a morte de uma mulher a cada 2h no Brasil e um homossexual a cada 28h. Perguntou-se aos técnicos o que eles já tinham ouvido só serem classificados como de determinado gênero, sendo que este reducionismo do papel social esperado conforme o gênero é um dos principais fatores da violência de gênero, pois nega a diversidade e aniquila outras expressões de gênero que não sejam as tradicionais.
Discutiu-se as conquistas do movimento feminista pela igualdade de gênero, como o direito ao voto, não discriminação no trabalho, etc., bem como problematizou-se a noção vigente de masculinidade, que impõe determinados comportamentos violentos e tóxicos aos homens. 
Houve intensa participação dos jovens, os quais puderam expressar suas angústias e dúvidas sobre os temas tratados.
Ao final, todos disseram ter aproveitado muito a oficina, sendo o tema presente e atual em suas vidas. Muitos jovens referiram a importância de se abordar tal temática nos espaços de convivência, pois sentem que é um local seguro para que possam dialogar sobre o tema.




Ministramos, no dia 08/10/19, duas oficinas com o tema Direitos das Minorias na Escola Jean Piaget para 40 participantes. Iniciamos a oficina exibindo um vídeo sobre o que são os direitos das minorias e perguntando-lhes o que são minorias através do vídeo. Expomos o conceito e dados sobre as minorias no Brasil e apontamos que existe a necessidade de defendermos os direitos das minorias para que consolidemos uma sociedade mais justa e igualitária.
Desenvolvemos a oficina dando enfoque a população LGBT e assistimos um vídeo com relatos de agressões no Rio de Janeiro. Refletimos o porquê de haver tanta discriminação e preconceito com mulheres, afrodescendentes, indígenas e população LGBT. 
Concluímos a oficina produzindo cartazes denunciando a homofobia que serão colados como um mural na escola. 






No dia 11/10 de 2019, o Centro de Referência em Direitos Humanos-AVESOL ministrou oficina sobre Direitos Humanos e Cidadania para jovens atendidos pelo Projovem do CRAS Timbaúva da Instituição Esperança Cordeiro, localizado na Rua Irmão Faustino João, nº 89 - Bairro Rubem Berta, Porto Alegre/RS.
O objetivo da oficina foi abordar com os jovens quais são os principais Direitos Humanos reconhecidos em nossa Constituição, promovendo a reflexão sobre a importância do respeito a estes para o exercício pleno da cidadania, bem como desconstruir certas visões arraigadas no senso comum sobre o conceito de Direitos Humanos.
Iniciou-se discutindo sobre a história e o conceito dos Direitos Humanos. Em seguida referiu-se quais são os Direitos assegurados em nossa Constituição federal, tais como o Art. 5º, que diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade; art. 14: a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos; art. 6º: são direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição; art. 9º: é assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender e o art. 225: Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
Para que os jovens entendessem de maneira mais concreta a importância dos Direitos Humanos, realizou-se dinâmica entre os participantes. Os jovens foram divididos em 2 grupos com o objetivo de relacionar ações da vida cotidiana e os artigos da Declaração Universal de Direitos Humanos de 1945. Com isso, viu-se que, em geral, tais direitos não são plenamente garantidos. Assim, perguntou-se, como podemos fazer para implementá-los? Exercendo a cidadania! Mas o que é cidadania? Bom, viu-se que na Constituição (art. 1º) está expresso que o Brasil é um Estado Democrático de Direito e tem como um de seus fundamentos a cidadania e a dignidade da pessoa humana.
Com isso, conclui-se que a cidadania é a expressão concreta do exercício da Democracia. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais. Expressa a igualdade dos indivíduos perante a lei, pertencendo a uma sociedade organizada. É a qualidade do cidadão de poder exercer o conjunto de direitos e liberdades políticas, socioeconômicas de seu país, estando sujeito a deveres que lhe são impostos. Relaciona-se, portanto, com a participação consciente e responsável do indivíduo na sociedade, zelando para que seus direitos não sejam violados. 



No dia 21 de outubro realizamos duas oficinas sobre “Bullying e Cultura de Paz” com a participação de 33 adolescentes do Projovem Eixo Baltazar – Nordeste, no Nacipaz (Associação Comunitária Natureza, Cidadania e Paz). A oficina trabalhou as vivências relatadas pelos adolescentes e pelos educadores/as com o tema, através da legislação sobre o combate ao bullying os participantes puderam compreender o que especificamente é considerado intimidação sistemática e apontamos a cultura de paz como saída real de enfrentamento às violências.
Ouvimos diversos relatos muito expressivos sobre como o bullying impacta na vida das crianças e adolescentes e identificamos nos artigos 17 e 18 do Estatuto da Criança e Adolescente que o respeito a essa população é um direito garantido e não apenas uma forma de tratamento que pode ser negligenciada.       
Concluímos as oficinas orientando os encaminhamentos que devem ser feitos em casos de bullying nas escolas contando com as instâncias de direção da escola, conselho tutelar, as famílias e os envolvidos diretamente, bem como – em casos mais graves – a delegacia da criança e adolescente. 





6 de novembro de 2019


No dia 09/10/2019, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL ministrou duas oficinas sobre Direitos Humanos das Crianças, Adolescentes e Jovens para jovens da Escola Municipal de Ensino Fundamental Jean Piaget, localizada na Av. Maj. Manoel José Monteiro, 1 - Rubem Berta, Porto Alegre/RS.
A oficina abordou a temática dos Direitos Humanos das Juventudes, em especifico o Estatuto da Criança e do Adolescente e teve como foco a disseminação dos direitos e garantias previstos neste Estatuto. Após a apresentação do trabalho realizado pelo CRDH, foi feito um breve apanhado histórico da legislação que protege os direitos das crianças e adolescentes no Brasil.
Ao depois, os jovens foram separados em grupos. Cada grupo recebeu uma série de artigos do ECA que versavam sobre direitos do adolescente jovem aprendiz, ato infracional, “lei da palmada”, educação, direitos fundamentais, direito à convivência familiar, medidas de proteção, entre outros.  
Optou-se por fornecer aos grupos artigos que se relacionassem com questões próximas das vivenciadas pelos jovens do local, como os direitos de liberdade e participação social, bem como artigos que versam sobre a prevenção a violências, como a proibição ao tratamento vexatório a criança e adolescente. Após debaterem entre si os artigos que receberam, cada grupo apresentou-os para o restante da turma. Com isso, surgiu um animado e caloroso debate sobre a efetividade da Lei, que muitas vezes não é cumprida, bem como sobre as formas de se melhorar as políticas públicas para as juventudes. 
Ainda, houve discussões sobre a Lei da Palmada e como os jovens sentiam as violências em seu cotidiano. Abordou-se também alguns artigos presentes no Estatuto da Juventude, como o que prevê a passagem gratuita para jovens viajarem pelo Brasil e a previsão de políticas de moradia para a juventude, tendo sido debatido a melhor forma de implementá-las.
Muitos dos presentes não conheciam, em detalhes, alguns aspectos da legislação sobre a criança e adolescente. Por isso, ao final, distribuiu-se tanto exemplares do ECA como do Estatuo da Juventude, para que os jovens pudessem aprofundar os conhecimentos adquiridos e disseminá-los em seus grupos de socialização.






No dia 23 de outubro realizamos uma oficina sobre “Bullying e Cultura da Paz” para 12 participantes do Projovem Eixo Baltazar, unidades Amorb Cohab e Timbaúva na sede da Associação de Moradores do Rubem Berta. Fizemos uma apresentação de todos participantes e introduzimos o tema perguntando se o bullying existia nas escolas que estudavam. Todas e todos disseram que sim e que era muito forte a presença dessa prática. Refletimos sobre a cultura de violência dentro e fora das escolas, espaços educativos que deveriam ser acolhedores e de desenvolvimento das capacidades humanas acabam por serem muito conflituosos devido as diferenças – naturais – entre os seres humanos.
Apresentamos a Cultura de Paz como antídoto à violência que estamos expostos, mesmo sabendo da dificuldade de promover a paz diante conjuntura atual. Os adolescentes disseram que já foram orientados a revidar as agressões sofridas como solução e questionamos esse antigo princípio do “olho por olho, dente por dente”. A declaração Universal dos Direitos Humanos surgiu no pós-guerra justamente por ser a paz a maior alternativa a violência. 
Com base na Constituição Federal e nas leis municipal e federal que combatem o bullying nas escolas ministramos sobre o conceito, a classificação, as formas de encaminhamento de como lidar com o bullying e superamos a visão retrógrada comentada anteriormente. Ao final da oficina foram feitas perguntas dos adolescentes e as respostas contiveram assuntos relacionados com outras oficinas como gênero, sexualidade e direitos das minorias visto que a prática de bullying também se alicerça em diversos preconceitos e discriminações.  



5 de novembro de 2019


No dia 01 de novembro, o Programa de Voluntariado da AVESOL realizou assessoria técnica na instituição Movimento por Uma Infância Melhor (MIM) para estreitar os laços e renovar o Termo de Convênio para 2020.
A instituição se localiza no bairro Bom Jesus e atende 100 crianças e adolescentes. Tem como objetivos promover o fortalecimento de vínculos e apoio às famílias, através de orientação, prestação de serviços e da defesa de direitos para a melhoria da qualidade de vida e construção de uma sociedade mais justa e solidária.
Agradecemos a acolhida pela Coordenadora Marlene e demais colaboradoras.
Acreditamos que um mundo melhor a todos é sempre possível!




No dia 31 de outubro de 2019, o Programa de Voluntariado da AVESOL realizou uma visita para fortalecer os vínculos e conhecer as novas instalações da Instituição.
A Associação Gaúcha dos Familiares e Pacientes Esquizofrênicos congrega pacientes de esquizofrenia e demais doenças mentais e seus familiares, a fim de somar esforços para que seja proporcionado aos mesmos uma melhor qualidade de vida e maior inserção social, através de esclarecimentos sobre a doença e quebra do preconceito e inclusão social.
A nova sede a Instituição está localizada na Rua Siqueira Campos nº 1184 / 14º andar, Centro de Porto Alegre.
Agradecemos a acolhida pela Presidente Sra. Marilia, e temos a certeza que o novo espaço será de muitas realizações e transformações.




Ocorreu nos dias 23 e 24 de outubro, no mezanino dos pavilhões da Fenac, o 2° Seminário Regional de Economia Solidária de Novo Hamburgo – RS. Contou com a presença de mais de 100 participantes entre grupos de economia solidária, gestores públicos e professores. 
O seminário foi organizado pelo Conselho Municipal de Economia Solidária em parceria com os grupos do município.
No dia (24) tivemos o prazer de participar do encontro com uma fala para apresentar as experiências de trabalho da Associação do Voluntariado e da Solidariedade - AVESOL na Economia Solidária com a Rede Ideia e debater sobre o tema: Democracia uma saída para Economia Solidária e os Impactos Sociais, Políticos, Ambientais e Econômicos no atual Governo.
Além do seminário, os grupos tiveram a oportunidade de expor seus produtos durante a MOSTRATEC/2019.
Agradecemos ao convite do Conselho Municipal de Economia Solidária de Novo Hamburgo – COMES.




1 de novembro de 2019


Nos dias 22 e 30 de outubro de 2019, o Centro de Referência em Direitos Humanos-AVESOL ministrou oficina sobre Direitos Humanos para 52 alunos do quinto ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Onofre Pires, no bairro Agronomia em Porto Alegre/RS.
A oficina foi ministrada por solicitação da diretora Bruna Ruiz como parte de um projeto de valorização da vida. O objetivo deste projeto é conscientizar os alunos sobre a importância da sua vida e da vida do outro.
Durante a oficina, foi oportunizado aos alunos lerem, debaterem sobre os Direitos Humanos. A oficina foi finalizada com atividade de dramatização sobre alguns artigos.
As professoras Neiva e Silvana, relataram o retorno positivo da oficina. Observaram que os alunos demonstraram mais solidariedade, respeito e atenção com o próximo.




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