27 de julho de 2018

Edital 004/2018
Convênio 861471/2017 - MDH

Prestação de serviços de manutenção e atualização de sítio eletrônico

Edital 003/2018
Convênio 861471/2017 - MDH

Aquisição de materiais de escritório

Edital 002/2018
Convênio 861471/2017 - MDH

Aquisição de combustíveis

Baixe o arquivo em:





26 de julho de 2018


No dia 25 de julho de 2018, o Programa de Voluntariado da AVESOL realizou uma visita a ONG Integração dos Anjos, com o intuito de realizar uma parceria junto ao Programa de Voluntariado da AVESOL.
A Associação Integração dos Anjos nasceu da necessidade de famílias vulneráveis e trabalhadores e trabalhadoras buscarem o seu lugar na sociedade através da luta por seus direitos como cidadãos, sem deixar de cumprir seus deveres. Abraçando essa luta, todos, sem distinção de raça, cor ou religião, procuram a garantia a cidadania das famílias da comunidade e o direito universal de toda criança em ter cuidado e educação com qualidade.
Agradecemos a acolhida pela colaboradora Cristina, pois acreditamos que juntos poderemos sonhar com um mundo mais justo e possível.   



25 de julho de 2018


Em 20 de julho de 2018, O CRDH AVESOL, por meio do Convênio 861471/2017- MDH, ministrou uma oficina para treze educadores da Associação Cristã de Moços do bairro Restinga com objetivo de orientar a condução dos casos de bullying da instituição.  
Conversamos e debatemos sobre: o que é bullying? Quais são as formas de bullying? Cyberbullying é mais prejudicial? Como perceber quando uma vítima está sofrendo bullying? Qual comportamento do agressor? A vítima normalmente conta aos responsáveis que está sofrendo? Qual papel da instituição para evitar o bullying? Qual a influência da sociedade atual neste tipo de comportamento? Como educadores e pais podem ajudar?
De acordo com o perfil dos educadores, a oficina foi repleta de diálogo entre experiências e orientações dos próprios educadores, que tem vasto conhecimento empírico e teórico sobre os temas abordados. Ressaltamos que nossa contribuição foi maior na identificação do bullying como fenômeno social que, normalmente, é confundido com discriminação ou preconceito social e econômico.   



24 de julho de 2018


No dia 18 de julho de 2018, realizamos duas oficinas sobre Direitos da Criança e do Adolescente para 63 participantes de 11 a 17 anos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e da Educação Integral da Rede Social Murialdo. 
Foi exibida uma animação chamada "Jonas e Lisa", que tem uma vida de exploração do trabalho infantil e perguntamos ao final do filme: O que Jonas e Lisa podem fazer? 
Concluímos a oficina afirmando o texto do artigo 277 da Constituição que responsabiliza a família, a sociedade e o Estado na proteção da criança e adolescente.   




A AVESOL, junto com a REDE IDEIA – Rede de Economia Solidária, compomos a maior delegação participante da 25° FEICCOP.
Durante os 04 dias do evento os grupos que fazem parte da Rede Ideia tiveram a oportunidade para fortalecer suas relações colaborativas através das vendas e das formações propostas pelos organizadores, além da formação proposta pela AVESOL que aconteceu no Seminário São José onde os grupos ficaram hospedados.
O Jubilar do Cooperativismo foi marcado pelo debate político nacional, das incertezas da disputa no campo eleitoral, da crise social, econômica e política.  As muitas vozes que fizeram parte desta edição dos 25° anos da FEICOOP ressoaram em alto e bom som seu descontentamento com atual governo e com Parlamento. O Movimento de Economia Solidária diante a crise tem aprofundado suas elaborações no sentido de apontar estratégia para seguir resistindo aos ataques sofridos à classe trabalhadora.
A AVESOL tem contribuído através de suas formações para o fortalecimento da Economia Solidária, ao mesmo tempo, temos buscado construir junto com a Rede Ideia e com Movimento Estadual e Nacional da ECOSOL, políticas públicas que apresente uma saída para atual crise e que avance na transformação do sistema. 
AVESOL e REDE IDEIA seguirão contribuindo na construção deste espaço como forma de resistência necessária, para construção de uma sociedade justa!





20 de julho de 2018


Ser Voluntári@ é gratificante e recompensador. Esta atividade é interessante para conhecermos melhor a realidade que nos rodeia, pois sendo Voluntári@ você pode construir laços com diferentes pessoas e tornar a vida menos artificial, ter um olhar mais profundo sobre a vida do outro e compartilhar saberes e ideais.
Venha fazer parte dessa Rede de Solidariedade e transformação social, por um mundo mais justo e humano.

Contatos por gilmar.pauli@avesol.org.br / (51)32212318.




No dia 13 de julho, O Centro de Referência em Direitos Humanos - AVESOL, realizou, a oficina sobre os Direitos Humanos e Cidadania no Instituto São José em Santa Maria. A oficina foi confeccionar a boneca Abayomi ressignificando sua representação para os povos africanos, e como tem sido a diáspora dos povos imigrantes. Debatemos com o grupo da Rede Ideia sobre a violação de direitos as humilhações e agressões que vive hoje as famílias que buscam uma oportunidade de uma vida melhor em outros pais. Pois sabemos que há uma legislação vigente que é a   Lei  da Imigração 13.445/24/05/2017- prevê   Art. 4o  Ao migrante é garantida no território nacional, em condição de igualdade com os nacionais, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, bem como são assegurados: III - direito à reunião familiar do migrante com seu cônjuge ou companheiro e seus filhos, familiares e dependentes; O grupo refletiu sobre esta realidade com alguns comentários logo em seguida começamos a roda de conversa sobre o tema proposto a Abayomi e seu contexto histórico. A história é que para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros navios de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil – as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção.

As bonecas sem costura alguma (apenas nós ou tranças), as bonecas não possuem demarcação de olho, nariz nem boca, isso para favorecer o reconhecimento das múltiplas etnias africanas. Ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa Encontro precioso’ em Iorubá, uma das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim.
A boneca traz a importância histórica e social de identidade e afirmação. As artesãs da Rede Ideia ficaram comovidas com a história de luta e resiliência, dessas mulheres e cada uma fez sua Abayomi como resgate da história do Continente Africano e concluímos a oficina.





Desafiar é o verbo mais conjugado na Cooperativa de Catadores ACRER de Cachoeirinha - RS. 
A ACRER é uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, em que aproximadamente 80% dos integrantes são mulheres.
O grupo tem grandes desafios para 2018 entre eles: o aumento da renda das cooperadas e para isso precisam reconstruir o muro que abriga o material para a separação.  Se você não está acostumada (o) com o mundo da reciclagem, explicamos para você. O sistema produtivo de uma cooperativa de catadores funciona da seguinte forma: O material que separamos em casa, é coletado na coleta seletiva, depois é transportado para a cooperativa de catadores, e precisa ser acondicionado para ser separado por tipo de material (papel, plástico, vidro, metal). Se você já faz esse tipo de separação entenda que existem diferentes tipos de plásticos e cada tipo precisa ir, com a seleção exata para a indústria da reciclagem.
Não precisa ficar preocupada (o) com isso, os catadores são especialista nesse tipo de separação. O que nós precisamos entender, para contribuir com o trabalho da cooperativa de reciclagem, é que é necessário separar o material reciclável e ficar atenta (o) aos dias de coleta seletiva.
Não precisa ter um saco para cada tipo de material (papel, plástico, vidro, metal). Pode colocar todo o seu material reciclável no mesmo saco. Lembre-se de envolver os vidros quebrados com bastante papelão, ou jornal e escrever algum tipo de aviso para proteger os coletores e o pessoal das cooperativasJ.
Mas, nos deixem falar mais um pouco dos tipos de materiais recicláveis. Peguemos por exemplos o copinho de plástico e a garrafa PET de 2 litros de refrigerante os dois exemplos são plásticos mais cada um tem seu processo de reciclagem e o valor econômico distintos, por isso a importância, para as cooperativas de não misturar esses dois plásticos na hora da venda. Você em sua casa pode ficar tranquila (o) pode misturar, só não pode, esquecer de separar o material e os dias da coleta seletiva para ajudar a Cooperativa ACRER a trabalhar pelo meio ambiente e gerar renda para suas famílias.
O grande desafio da cooperativa ACRER é organizar esse processo no seu espaço atual de produção. O grupo sofreu um incêndio em 2015 que destruiu grande parte das mesas de separação e as paredes do silo que acomoda o material da coleta seletiva. Por não ter mais o silo o grupo viu sua produção diminuir drasticamente e por consequência sua renda diminuir.  Então pessoal de Cachoeirinha vamos ajudar as (os) cooperadas (dos) da Cooperativa de Catadores ACRER separando os materiais recicláveis e os entregando nos dias de coleta seletiva!




16 de julho de 2018


No dia 11/07/18,  realizamos uma oficina sobre direitos da criança e adolescentes para 34 participantes de 11 a 15 anos do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos e educação integral da Rede Social Murialdo. Exibimos um vídeo de animação em curta metragem chamado “Jonas e Lisa” que conta a história de duas crianças vivendo em uma situação de exploração, disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=aA5RFGvUaoI&t=3s. Ao final do filme comentamos que a solução não cabia somente a mãe, e as crianças muito menos pois eram vulneráveis, e que a responsabilidade era também da sociedade e do Estado. Para que captassem essa informação exibimos no data show uma imagem que continha o artigo 277 da Constituição Federal e pedimos que eles copiassem com canetas hidro cores em um papel pardo. Encerramos a oficina com um mural dos cartazes deles e finalizamos com uma música que os jovens ensaiaram durante a produção dos cartazes.  




Participamos, no dia 05/07/18, do Seminário Estadual de Direitos Humanos de 2018 com o tema: #inclusiveainclusão. Evento organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, por meio do Departamento de Direitos Humanos e Cidadania. O Seminário teve como objetivo principal o amplo debate sobre a temática de direitos humanos, abordando temas como desigualdades e injustiças sociais, discriminação étnico-racial, inclusão, diversidade sexual, entre outras pautas pelas quais trabalham as Coordenadorias deste Departamento.

Houveram o lançamento do plano decenal dos direitos humanos da criança e do adolescente do RS construído pelo CEDICA/RS, assinaturas do pacto universitário de educação em direitos humanos e do protocolo de intenções de formação da rede de prevenção e de combate a discriminação étnico-racial do RS.




Entre os dias 11 e 13 de julho de 2018 a AVESOL em parceria com a SEJA DIGITAL, esteve em Santa Maria, Pelotas e Rio Grande realizando a capacitação dos mobilizadores que irão atuar no projeto SEJA DIGITAL. O objetivo da capacitação é qualificar os mobilizadores para agendar a entrega dos kits a população das classes C2, D e E, além de orientá-los sobre a transição do sinal analógico para o sinal digital de televisão aberta nestas regiões.
AVESOL soma forças pela garantia de direitos, bem como pelo fortalecimento da democratização do acesso à informação ao levar uma TV de melhor qualidade e com muito mais recursos para a casa de todos os cidadãos.  A Seja Digital e a atuação da AVESOL, vão de encontro a missão junto a grupos solidários, comunidades de periferias e entidades sociais demonstrando luta constante em articular e mobilizar redes solidárias, lideranças comunitárias e atores locais. Dessa forma, a grande inserção comunitária da AVESOL, seja pela atuação em espaços de garantia de direitos ou articulação de movimentos sociais e comunitários acrescentará à missão da Seja Digital em benefício das populações mais vulneráveis.
Na região de Santa Maria o sinal analógico será desligado no dia 05 de dezembro de 2018 e nas regiões de cobertura das cidades de Pelotas e Rio Grande o sinal será desligado em 28 de novembro de 2018.







No dia 08/06/18, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL ministrou oficina sobre Gênero e Sexualidade para jovens atendidos pelo Programa Pro-jovem na sede da Amurt/Amurtel, no bairro Cavalhada, em Porto Alegre.
A oficina tratou sobre Gênero e Sexualidade, permitindo o debate acerca de questões que afetam diariamente a vida dos jovens. Neste sentido, foram passadas noções básicas sobre prevenção a gravidez indesejada e DST’s, bem como sobre orientação sexual. A questão da gravidez indesejada na adolescência era muito presente entre os jovens, tendo alguns relatados experiências próximas com o assunto, podendo dialogar e alertar outros jovens para a questão dos métodos anticonceptivos. Foram passadas noções sobre o uso da camisinha e a eficácia do D.I.U.
A conversa com os jovens também abordou o tema do consentimento e da pornografia, uma vez que quando não há consentimento em uma relação afetiva/sexual estará havendo uma violência e, muitas vezes, um estupro.
Ao depois, abordou-se o tema do gênero e da transsexualidade, conscientizando-se os jovens sobre a importância do respeito à diversidade. Ainda, houve uma sensibilização sobre os papéis que são impostos a cada gênero em nossa sociedade, bem como sobre as violências que ocorrem quando toma-se tais papeis como algo imutável e certo. Houve intensa participação dos jovens, os quais puderam expressar suas angústias e dúvidas sobre os temas tratados. Ao final, os jovens disseram ter aproveitado muito a oficina, sendo o tema presente e atual em suas vidas.




No dia 26 de junho de 2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos - CRDH realizou o evento Café com Direitos “Migrações e Refúgio, contexto Atual e Direitos dos Migrantes”. O evento contou com as presenças da Professora Tatiana Cardoso Squef, Doutora em Direito Internacional pela UFRGS, Jurandir Zamberlam, Professor universitário e pesquisador no CIBAI - Centro Ítalo-Brasileiro de Assistência e Instrução às Migrações, bem como de Gustavo Chacón, migrante venezuelano, pesquisador e Professor Colaborador do Departamento de Química Inorgânica na UFRGS. 
O evento teve ainda a presença de pessoas de diferentes nacionalidades e origens, como haitianos e bolivianos, estudantes secundaristas e de pessoas dos mais diversos espaços que atuam com a questão migratória, como o Centro Batista de Acolhimento Social, Centro Ítalo-Brasileiro de Assistência e Instrução às Migrações (CIBAI).
Ainda, esteve presente a Auditora Fiscal do Trabalho, Marinalva Dantas, que libertou 2.354 pessoas da escravidão em pleno século XXI e hoje coordena a área de erradicação do trabalho infantil do Rio Grande do Norte (https://www.huffpostbrasil.com/2015/07/05/marinalva-dantas-a-historia-da-auditora-fiscal-do-trabalho-que_a_21684746/), trazendo ótimas contribuições para o debate. 
A fala da Professora Tatiana foi muito rica, mostrando todas as novidades da nova Lei de Migrações e os atrasos da antiga legislação que via nos estrangeiros uma potencial ameaça ao território brasileiro. Apontou que o maior grupo de migrantes de outra nacionalidade no país ainda é de haitianos (14 mil), mas que este número está em queda, seguido de bolivianos (8 mil). Há 86 mil processos de refúgio em trâmite no Brasil, sendo que destes, 52% são de venezuelanos.
Referiu-se as diversas Convenções e Protocolos do Direito Internacional que tratam sobre o tema da migração, e os avanços da nova lei brasileira de migração (Lei n. 13.445/17), que prevê, entre outros direitos, a não criminalização da migração (art. 3, inc. III) e o acesso a serviços públicos de saúde e de assistência social e à previdência social, nos termos da lei, sem discriminação em razão da nacionalidade e da condição migratória (art. 4, inc. VIII).
Por sua vez, o Professor Jurandir mencionou que 46% da população mundial está em mobilidade e apontou os principais motivos para a migração hoje em dia. Por fim, o professor Gustavo Chacón contou sua trajetória até o Brasil e as principais dificuldades que os venezuelanos e outros migrantes têm enfrentado ao chegarem em solo brasileiro.
Ao final da noite, todos presentes expressaram a satisfação em poder debater tão importante tema, com um público diverso. Tal fato serviu para reforçar o acerto em abordar a temática, permitindo que pessoas das mais diversas origens pudessem se conhecer aprofundar o conhecimento sobre o tema.





No dia 27 deste mês, O Centro de Referência em Direitos Humanos - AVESOL, realizou, por meio do Convênio 861471/2017- MDH, a oficina sobre os Direitos Humanos e o Estatuto da Criança e dos Adolescentes para 10 jovens do Bairro arquipélago, participantes do Programa Jovem Aprendiz do curso de Turismo. A atividade iniciou às 9hs e finalizou às 11:45. Os jovens adolescentes viram os  vídeos Direitos Humanos e  Anistia Internacional. Objetivo da dinâmica com os vídeos era de trazer as duas realidades para os jovens e debater com a seguinte realidade segundo a autora Kehl., quanto mais tempo uma pessoa for considerada jovem, melhor. Melhor para a indústria, para a publicidade. Ser jovem na contemporaneidade é ser consumidor e não um cidadão, um sujeito de direitos. “A sociedade precisa parar de fazer as coisas para os jovens e fazê-las com os jovens”.Os jovens gostaram do vídeo e relataram que sentem-se excluídos pelos adultos que julgam que os jovens não tem maturidade. Querem ser protagonistas da sua história, mas precisam de tempo para maturar. Os jovens relataram que sabem dos seus direitos e as políticas que deveriam dar conta, mas não há o menor interesse por parte dos órgãos competentes em fazer melhorias nas Ilhas. O ônibus que desloca os alunos de casa para a Escola, é precário se estraga ou quebra o vidro fica um bom tempo sem manutenção, a Associação mudou sua gestão e está quase inativa e os alunos foram relatando as dificuldades de morar nas Ilhas. Reforçamos a importância de pertencer a uma associação a um Orçamento Participativo para poder exigir coletivamente os direitos que todo cidadão tem. Os .alunos muito ativo com muita vontade de mudar a realidade mas todos tem consciência da realidade, portanto todos querem fazer faculdade  e buscar melhorias para  a região e não para alguns privilegiados.




6 de julho de 2018


Nos dias 16 e 22/05 de 2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos-AVESOL realizou 3 oficinas sobre Direitos Humanos e Cidadania para 82 jovens atendidos pelo Centro Social Murialdo, em Porto Alegre/RS.
O objetivo da oficina foi promover a reflexão nos jovens sobre a importância do respeito aos Direitos Humanos para o exercício pleno da cidadania, bem como desconstruir certas visões arraigadas no senso comum sobre o conceito de Direitos Humanos.
Para isso, abordou-se a história dos Direitos Humanos, utilizando-se da conceituação geracional destes. Foi proposta uma dinâmica aos jovens que consistia na feitura de cartazes sobre os Direitos Humanos, tendo os jovens que desenhar no cartaz, os direitos humanos que foram sendo reconhecidos ao longo da história.
Além de proporcionar o conhecimento sobre os principais direitos assegurados a todos e todas pela Constituição, provocou-se o debate sobre a garantia destes direitos.
Muitos jovens mostraram-se surpreendidos que direitos considerados básicos e oriundos de lutas tão antigas como a Revolução Francesa, até hoje não são garantidos e respeitados.
Ao final, os jovens ficaram orgulhosos dos cartazes elaborados, tendo assumido o compromisso de afixá-los nas suas salas de aula.




5 de julho de 2018


 Produtos aprendidos, ou por serem produtos copiados de marcas famosas, e ou por motivo de sonegação de impostos, hoje tem um destino diferente.
Através da parceria entre a AVESOL e a Receita Federal parte destes produtos hoje é descaracterizado e destinado a doação para reuso como matéria prima de novos produtos. O processo que retira qualquer identificação de marcas é chamado de Descaracterização.  Para se tornar um produto novo nas mãos habilidosas das artesãs e artesãos que trabalham nos Empreendimentos Econômicos Solidários – EES apoiados pela AVESOL esses produtos deveram ser completamente, ou parcialmente customizados. Para ficar fácil de entender, uma camiseta pode ser transformada em bonecas, roupas de recém-nascidos entre outras coisas.
É importante salientar que os produtos apreendidos deixam em sua origem um passivo social, e uma vez nosso país, temos também o dano ambiental, pois, todos esses produtos de vestuário, ou eletrônicos são praticamente descartáveis. E aí está a importância do trabalho de descaracterização, pois ele busca diminuir o impacto ambiental, uma vez que reduz a quantidade de resíduos sólidos (lixo) destinando-os a aterros sanitários. Antes os resíduos sólidos também eram destinados aos aterros, uma vez que esse tipo de resíduo se assemelha muito com o resíduo (lixo) doméstico para, caso dos resíduos têxteis serve de matéria prima para a confecção de novos produtos confeccionados pelos EES, gerando renda para as famílias das artesãs e artesãos. Você deve lembrar que estes produtos competem com produtos similares feitos por trabalhadores brasileiros como você. Nós não o julgamos por adquirir produtos cópias de marcas famosas, mas pedimos que você repensasse, e sempre que possível adquira produtos feitos por artesãos de um empreendimento solidário, ou, um sapateiro de bairro, apesar de ser mais caros durará muito mais anos que tênis ou sapato copiados de marcas famosas.






4 de julho de 2018


Nos dias 15 e 19 de junho de 2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL ministrou duas oficinas sobre Gênero e Sexualidade para adolescentes atendidos pelo Polo Marista de Formação Tecnológica na Ilha da Pintada, em Porto Alegre/RS, conforme atividades previstas no Termo de Convênio 861471/2017- MDH.
A oficina tratou sobre o tema Direitos Sexuais e de Gênero, permitindo o debate acerca de questões que afetam diariamente a vida dos jovens.
A conversa serviu para conscientizar os jovens sobre a importância do respeito à diversidade, bem como foi feita uma sensibilização sobre os papéis que são impostos a cada gênero em nossa sociedade. Com isso, foi feita uma reflexão sobre a violência, especialmente aquela praticada contra a mulher, tendo sido informado os canais de acesso à rede de proteção e atendimento à violência de gênero em Porto Alegre. Ao final, todos disseram ter aproveitado muito a oficina, sendo o tema presente e atual em suas vidas.




No dia 01/06/2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL ministrou oficina sobre Direitos Sexuais e de Gênero para jovens no Centro Social Marista da Juventude no bairro Vila Nova em Porto Alegre/RS, conforme atividades previstas no Termo de Convênio 861471/2017- MDH.
A oficina tratou sobre o tema Direitos Sexuais e de Gênero, permitindo o debate acerca de questões que afetam diariamente a vida dos jovens. Ainda, a dinâmica proposta, com a elaboração de um cartaz, serviu para sensibilizar os jovens sobre os papéis que são impostos a cada gênero em nossa sociedade e como isso causa muitas mortes e sofrimento. 
A reflexão sobre a violência, especialmente aquela praticada contra a mulher, bem como o acesso à informação, uma vez que foram informados os canais de acesso à rede de proteção e atendimento à violência de gênero em Porto Alegre é de extrema importância nesta quadra de história em que vivemos, na qual a intolerância mostra-se cada vez mais presente. 
Ao final, foi tomado o compromisso junto com os jovens para que não se limitem pelo papel social de gênero que lhes é esperado da sociedade. Os jovens foram incentivados, então, a dar um título para o cartaz produzido, o qual foi levado por estes para ser afixados nos Centros Sociais que frequentam.  





No dia 26/06/18 realizamos uma oficina com o tema "Direitos da Juventude: Bullying e Cultura da Paz" na E.E.E.F. Jardim Vila Nova com 76 participantes sendo 27 mulheres e 49 homens de 13 a 17 anos. De acordo com o Termo de Convênio 861471/2017 entre AVESOL e Ministério dos Direitos Humanos, a escola está localizada no território Vila Nova, um dos 5 territórios atendidos pelo projeto em execução. Nesta oficina ouvimos a realidade dos adolescentes relacionada ao tema do bullying e refletimos alternativas pacificas para lidar e solucionar a intimidação que sofrem ou sofreram. Entre estas soluções está a responsabilização da escola, professores e pais na escuta, denúncia e acompanhamento de qualquer relato de bullying. Normalmente, os adolescentes buscavam resolver seus problemas sem contar com o apoio dos responsáveis. Ressaltamos que a oficina cumpriu um dever de informa-los sobre seus direitos e em como lidar de forma pacifica com problemas desse tipo.     




No dia 26 de junho de 2018, O Centro de Referência em Direitos Humanos - AVESOL, realizou a oficina “Direitos Humanos e Cidadania” para 16 jovens do bairro arquipélago, participantes do Programa Jovem Aprendiz, conforme atividades previstas no Termo de Convênio 861471/2017- MDH. A atividade, em roda de conversa, durou duas horas, foram utilizados vídeos, dinâmicas e pesquisa em computadores próprios do espaço. Inicialmente foram abordados o conceito e a história dos Direitos Humanos. Após foi debatido como os direitos humanos permeiam as leis e estatutos no nosso país respeitando a diversidade e especificidades dos grupos sociais que compõem nossa sociedade. Para aprofundar o tema, os jovens, em grupos, realizaram uma atividade de pesquisa na internet, sobre os principais direitos civis, sociais e políticos e também as formas de participação cidadã juvenil. O resultado da pesquisa foi compartilhado no grupo, destacaram na pesquisa a participação política através do voto, os direitos sociais como o acesso a saúde a educação e trabalho que não são amplamente garantidos, foi destacada a figura de Martin Luther King, ressaltando sua importância na luta contra a segregação racial no EUA. Realizaram uma dinâmica sobre privilégios, debatendo as diferenças sociais, as vulnerabilidades da maioria da população e da necessidade da equidade na criação de políticas para que todos tenham oportunidades de acesso ao trabalho digno, e a educação de qualidade por exemplo, o que trouxe à tona a política de cotas sociais e raciais na universidade e de pessoas com deficiência para empresas. Ainda foi debatido sobre o que mais falta para os jovens hoje, atitude, felicidade, engajamento, segurança, oportunidades, trabalho e dinheiro foram os pontos mais abordados. Os jovens compreenderam que para lutarem por seus direitos primeiro é necessário conhecê-los, e que a partir disto podem exercer melhor a cidadania dentro de seus espaços de convivência, sua casa, sua escola, comunidade e cidade A participação cidadã juvenil é uma importante contribuição para a transformação social.



3 de julho de 2018


Solidariedade é Ação Social! 
É o exercício pleno de cidadania e democracia! A partir dessa ideia podemos construir uma sociedade justa e humana.
A Ação Social também visa ajudar e melhorar a qualidade de vida de pessoas em comunidades periféricas, mobilizando energias e competências em prol de ações de interesse do coletivo.
Comemore conosco o Dia Nacional do Voluntariado, participando da Ação Social que será realizada no dia 28 de agosto na Associação Comunitária Campo da Tuca, Vila João Pessoa, Porto Alegre. Junto com a comunidade serão realizadas várias atividades de cunho social como embelezamento, atividades lúdicas (esportes, recreação,  contação de histórias) e também orientações jurídicas e odontológicas.
Inscrições pelo telefone 3221-2318 ou pelo e-mail gilmar.pauli@avesol.org.br  

Voluntários são inspiradores em sua essência! Ser Voluntário é inspirar pessoas!





No dia 26 de Junho o Programa de Voluntariado da AVESOL realizou visita para estreitar os vínculos na Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental Karai Arandu, localizada na Estrada Canta Galo em Viamão.
A Escola trabalha com o conhecimento interligado, pois está baseado nos conhecimentos do povo Guarani e na tradição oral, valorizando o saber dos mais velhos. Revitalizar o conhecimento e sabedoria do povo guarani. Permitir, através da pedagogia guarani as relações interculturais de modo que as crianças fortaleçam sua própria identidade e reconheçam as dos grupos sociais envolventes.
O momento foi de muita sensibilidade, acreditando  que os vínculos  e a troca  entre as culturas será de uma caminhada  de aprendizado para todos os envolvidos.

Agradecemos a acolhida e a experiência vivenciada!



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