29 de maio de 2018


No dia 25 de maio de 2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL participou do Seminário Interativo de Bullying na Câmara Municipal de Porto Alegre. As representações presentes foram Mauro Zacher  Vereador de Porto Alegre  e autor da primeira Lei Antibullying no Brasil, Vieira da Cunha Promotor de Justiça e Autor da primeira Lei  Federal Antibullying, Bruno Eizerik Presidente do Sinepe –Sindicado do Ensino Privado e Ronald Krummenauer- Secretário de Educação do Estado do RS. E quatro painelistas que conduziram o seminário a  Dra. e Mestre  professora Carolina Lisboa com o tema:  A prevenção do Bullying e Boas Práticas, Dra. Mestre e Professora Márcia Helena Bertolla,e o segundo painel com Dr. e Mestre em Sociologia Marcos Rolim, Prevenção da Violência nas Escolas e Justiça Restaurativa com o Dr. Mestre Afonso Armando Konzen  e para finalizar o terceiro painel   Prevenção ao Suicídio com Dr. e Professor Christian Kieling e a Dra. Psicóloga Carmem Oliveira.  O seminário trouxe várias temáticas sobre o Bullying como a Lei Nº 13.663, de 14 de maio de 2018 que altera o art. 12 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, esta lei ratifica e serve para incluir alternativas, medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência e a promoção da cultura de paz entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino. A lei veio com o intuito de empoderar as escolas de fiscalizar e promover as propostas de uma novo olhar para a violência não com revide e punição  mas com a proposta de uma comunicação não violenta dialogada, colocando em pratica a lei buscando resgatar uma escola de qualidade com bons índices de valores e segurança para que a legislação se transforme em política efetiva no combate ao Bullying restaurando a cultura da paz. O Ronald Krummenauer- Secretário de Educação do Estado do RS, informa que através da  Secretaria Estadual de Educação (Seduc), criou um  Programa Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e Violência(Cipave), com a criação de um aplicativo para celular é um jogo de computador para aumentar a interatividade com os estudantes, e o projeto Amigo Acolhedor, que visa melhorar a relação dos alunos novatos nas escolas. As professoras falaram que o papel fundamental da escola hoje fora todas as demandas é importante trabalhar sobre as diversidades e aceitação do outro desenvolver a empatia. A escola tem que ser vista como a segunda casa do aluno, quando a sua primeira casa não for a escola. Só se combate o Bullying com a educação e boas relações pois assim teremos os novos cidadãos do futuro. O seminário finalizou com tema Comportamento Suicida de Adolescentes na Contemporaneidade, tema este que não pode ser tratado como tabu, invisível colocar o comportamento suicida em foco é uma das formas mais efetivas de prevenção do suicídio (Dra. Carmem Silveira). Todo o seminário foi interativo, a participação do público foi através do aplicativo whatsap, muito dinâmico, com informações de pesquisas atuais e ilustrativa.



24 de maio de 2018


No dia 04 de maio de 2018, a AVESOL, na condição de Conselheiro do Conselho Estadual de Direitos Humanos/RS (CEDH/RS), junto de outros Conselheiros, realizou visita à comunidade Vila Nazaré, no fim da Avenida Sertório, perto do Aeroporto, que está sendo ameaçada de ser retirada do local que ocupa há mais de 40 anos, tendo em vista a anunciada ampliação da pista do aeroporto.
Fomos recebidos pelo presidente da Associação de Moradores que explicou o processo de cadastramento e despejo que se pretende fazer no local. Referiu que há falta de informações sobre quem pode ficar e quem deve deixar suas casas, pois o projeto que a Fraport pretende executar de ampliação da pista ainda não foi apresentado. Aproximadamente 2 mil famílias moram no local, há mais de 40 anos. Havia uma escola que foi derrubada, pois não havia mais público com a retirada de parte da Vila Dique. Assim, as crianças e jovens da Nazaré estão tendo que ir numa escola mais longe. Relatam que tem faltado água e luz, sendo isso uma forma da Fraport pressionar que os moradores saiam do local. Houve também relatos de violência policial.
Ora, o direito à moradia digna é reconhecido juridicamente como um direito humano fundamental pelos tratados internacionais de direitos humanos do qual o Estado Brasileiro é signatário e legalmente obrigado, com base também no artigo 6º da Constituição Brasileira.
São componentes do direito à moradia adequada a segurança jurídica da posse, condições físicas de habitabilidade, o custo acessível, a acessibilidade, a adequação cultural, o acesso à infraestrutura e serviços básicos e a boa localização. Isso, no caso em tela significa o direito da população de baixa renda de construir suas moradias em área servida de infraestrutura e serviços, próximo às opções de trabalho, saúde e educação.
Nos termos dos Pactos Internacionais firmados pelo Brasil o processo de reassentamento deverá ser realizado de comum acordo entre todos os envolvidos e respeitar o direito à cidade e à moradia dos atingidos, como a  Declaração sobre o Direito ao Desenvolvimento aprovada pela ONU em 1986 e o artigo 2º da Lei Federal nº 10.257/2001, Estatuto da Cidade, que preceitua que a política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana. Assim, o CEDH/RS recomenda que:
1.     Seja suspenso o cadastramento forçado das famílias moradoras da vila Nazaré;
2.     Seja instalada mesa de negociações com mediação da Procuradoria Federal do Direito do Cidadão e participação do DEMHAB, do gabinete do Prefeito Municipal, da Caixa Econômica Federal, dos moradores assistidos por advogado e pela Defensora Pública da União;
3.     Seja rediscutido o projeto de reassentamento dos moradores da vila Nazaré, a fim de ser garantido reassentamento para local próximo onde residem atualmente, mantendo seus vínculos familiares, sociais, educacional, de saúde, e de trabalho;
4.     Seja garantido o término do ano letivo pelas crianças e adolescentes que residem na ocupação e estão matriculados nos colégios e creches do entorno;
5.     Seja garantido acesso aos moradores da vila Nazaré ao projeto de ampliação da pista do aeroporto.





No dia 03/05/18, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL ministrou oficina sobre Direitos Humanos e Meio Ambiente para cerca de 20 jovens, entre 16 e 18 anos, atendidos pelo Projeto Pescar, em Porto Alegre/RS.
Iniciou-se a oficina sensibilizando os jovens sobre o tema do Meio Ambiente. Mostrou-se fotos e informações sobre a poluição mundial e as consequências dos níveis atuais de produção e consumo para o meio ambiente e a saúde. Ao depois, apontou-se a existência de acordos internacionais, legislação nacional e local especifica para a defesa da biodiversidade, reflorestamento e preservação ambiental. Dentre eles o Protocolo de Kyoto, o Acordo de Paris, o Artigo 225 da Constituição Federal, a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Código Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre.
Frente a esse quadro nos propomos a refletir sobre desenvolvimento sustentável e novas práticas coletivas e individuais para preservação do meio ambiente. Discutiu-se sobre transporte público, incentivo ao uso de bicicletas e produção de alimentos por meio da técnica da agrofloresta. Importante ressaltar que, ao se questionar quem praticava a separação de resíduos domiciliares (secos e úmidos), pouquíssimos disseram realizar tal prática. Assim, explicou-se a importância da separação dos resíduos sólidos em secos, úmidos, perigosos e rejeitos, bem como as consequências nefastas à economia, ao meio ambiente e à saúde humana em dispor tais resíduos de maneira incorreta.
Ao final, os jovens manifestaram grande entusiasmo com a oficina e com os ensinamentos obtidos, comprometendo-se em mudar suas práticas cotidianas, separando seus resíduos domésticos e preservando o meio ambiente.



23 de maio de 2018


Ministramos duas oficinas na Escola Municipal Wenceslau Fontoura, uma no dia 25 de abril a outra no dia 16 de maio. A oficina foi sobre Bullying e a Cultura da Paz, neste encontro participaram 80 (oitenta) crianças e adolescentes. Trabalhamos com a lei n° 13.185, que combate o Bullying e de como é a prática desta lei no dia a dia destas crianças e adolescentes. A dinâmica foi de que cada um dos participantes pudesse expressar falando ou escrevendo sobre o que gostavam de ouvir e o que não gostavam na escola e no seu ambiente familiar, de como tratar a situação sem revide, rejeitando a violência sensibilizando com diálogo e outras formas com a cultura da paz. Já no segundo encontro com as mesmas turmas retomamos o assunto do Bullying, trabalhando com ECA - Lei 8069/90 – e entregamos aos alunos tarjetas com alguns artigos onde eles leram, participaram e debateram e relacionamos o Bullying como uma   forma de desrespeito. E que todos somos sujeitos de direito inclusive a crianças e adolescentes no que trata em seu artigo   Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis. Os alunos se sentiram motivados a conhecer as leis de Proteção, e o interesse maior delas foi de obter um exemplar do Eca, para que a família também tenha conhecimento deste Estatuto, que existe para a proteção integral da criança e adolescente. Ação concreta que firmamos com os alunos, foi de evitar de chamar os colegas por apelido e sim chamar pelo nome. Todos gostaram e finalizamos com uma dinâmica a Teia de Elogios.


Realizamos no dia 17/05/18 oficinas sobre bullying e cultura da paz na Escola Victor Issler para 07 (sete) turmas atingindo a participação de aproximadamente 200 (duzentas) crianças e adolescentes. Estes puderam falar sobre o que gostavam de ouvir e o que não gostavam no ambiente escolar, conhecer a lei n° 13.185 que combate o bullying e refletir sobre como lidar de forma não violenta prezando por uma cultura de paz na escola. Ressaltamos a importância de tratar deste tema em escolas públicas para que haja uma mudança de comportamento nas relações entre crianças, adolescentes e jovens na busca de um futuro melhor.

22 de maio de 2018


Na quinta-feira, dia 17/05, o Centro de Referência em Direitos Humanos - AVESOL, participou ao vivo pela manhã do programa “90 minutos” da Rádio Bandeirantes e do Band Mulher da Bandeirantes a tarde para falar sobre a migração venezuelana. Pela manhã, também participou da entrevista o migrante venezuelano Ricardo de Toma, que está há um mês em Porto Alegre, e que antes viveu dois anos em Boa Vista. Ele contextualizou a situação em Roraima antes de sua saída, acompanhou de perto a chegada em massa dos venezuelanos ao Brasil em Roraima. A tarde foi a vez da venezuelana Maria Elena Morán que participou junto com a Assistente Social do CRDH-AVESOL do programa Band Mulher. Maria Helena, disse que veio para o Brasil por que o país apresentava melhores condições de vida e de empregabilidade, falou sobre a dificuldade de deixar a família para trás. O CRDH pontuou as principais demandas dos migrantes que chegam a cidade, como o trabalho, documentação, língua, também sobre a rede de atendimento a migrante que hoje chega a cidade, que é realizado por várias organizações da sociedade civil, envolvidas na causa da migração. Os migrantes que chegam a Porto Alegre, desembarcam somente com as malas, necessitando todo tipo de ajuda. A AVESOL numa ação de solidariedades está recebendo doações, entre os principais itens estão os alimentos não perecíveis, cobertores e colchões. Quem quiser fazer uma doação pode entrar em contato pelo telefone 32643929/3221-2318, a AVESOL fica na Rua Almirante Barroso, 665, bairro Floresta, em Porto Alegre.




No sábado, dia 19, pela manhã, o PPE – UFRGS, Programa de Português para Estrangeiro da Universidade ministrou aula de português para migrantes venezuelanos vinculados ao Projeto Araguaney em parceria com a AVESOL. O projeto idealizado por estudantes do curso de Licenciatura em português tem duração de dois meses e o foco é português para entrevistas de trabalho e currículo. Compareceram 17 migrantes da atividade e todos muito interessados em aprender português, o clima foi de integração e solidariedade entre os participantes do curso. Aprender nossa língua é requisito essencial para conseguir uma vaga no mercado de trabalho.  Para os migrantes haitianos e senegaleses há uma maior dificuldade na aprendizagem de português pela diferença maior entre os idiomas. A professora Ketina Timboni do PPE/UFRGS, responsável pelos projetos, esteve presente neste sábado e sinalizou a vontade de ampliar o curso de português para venezuelanos com enfoque na conversação e escrita e também para o ensino de português para senegaleses e haitianos, é um projeto a ser construído. No momento o CRDH não possui aulas de português para migrantes, mas existem iniciativas em organizações parceiras, como no CIBAI e Paróquia Santa Clara em Porto Alegre, e no Sindicato dos Metalúrgicos em Canoas.




18 de maio de 2018


O CRDH-AVESOL esteve na AAPECAN, Associação de Apoio a pessoas com Câncer, no dia 10/05, ministrando uma oficina sobre Direitos Humanos e saúde, a temática foi direitos sociais das pessoas com câncer. Na oficina estavam presente pacientes e familiares atendidos pela entidade.Foram apresentados os direitos das pessoas com deficiência e em tratamentos de longa duração como o câncer e a forma de acessá-los. Sacar o FGTS e o PIS, o auxílio doença, aposentadoria por invalidez, prioridade de tratamento e atendimento especializado, são alguns destes direitos. O principal questionamento foi sobre o acesso ao BPC - Benefício de Prestação Continuada. O BPC está previsto no art. 20 da Lei da Assistência Social 8742/1993, que trata da garantia de um salário-mínimo mensal à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família. 
Tem direito ao BPC o brasileiro, nato ou naturalizado, e as pessoas de nacionalidade portuguesa, desde que, em todos os casos, comprovem residência fixa no Brasil e renda por pessoa do grupo familiar seja inferior a ¼ de salário mínimo vigente e se encaixem em uma das seguintes condições:-Para o idoso: idade igual ou superior a 65 anos, para homem ou mulher; Para a pessoa com deficiência: qualquer idade – pessoas que apresentam impedimentos de longo prazo (mínimo de 2 anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Também é necessário fazer o Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal e estar inscrito no CPF.     
Também foi comentada a Lei 12.732, que trata sobre o direito de tratamento gratuito e prioritário para pacientes diagnosticados com câncer. Conforme o art. 2oda lei, o paciente com neoplasia maligna tem direito de se submeter ao primeiro tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), no prazo de até 60 (sessenta) dias contados a partir do dia em que for firmado o diagnóstico em laudo patológico ou em prazo menor, conforme a necessidade terapêutica do caso registrada em prontuário. Foi dito que tem sido respeitado esse prazo para início do tratamento, mas existem problemas na fase de diagnóstico. Os pacientes com suspeita as vezes levam meses para receber o diagnóstico final por causa da demora na marcação de exames e consultas, e nos casos do câncer, iniciar o tratamento o quanto antes é um fator relevante para combater a doença. Foram repassadas orientações para acessar os direitos do paciente com câncer assim como canais de denúncia em caso de violações.




17 de maio de 2018

Na segunda-feira dia 04 de maio, um dia após o domingo das Mãe tivemos nossa reunião de formação com os grupos de Economia Solidária que fazem parte da Rede Ideia e são assessorados pela AVESOL. O encontro contou com a participação de 78 representantes dos grupos de Economia Solidária.
Fizemos um encontro comemorativo com música ao som de gaita e violão, também tivemos muito debate sobre o papel da mulher na sociedade e das responsabilidades que recaem sobre as mulheres.
Na Economia Solidária é notório o protagonismo das mulheres, em sua maioria mães chefes de famílias que buscam não só o sustento de seus filhos, mas lutam pela transformação do sistema em que vivem e que oprime.
É fundamental para luta de uma nova sociedade baseada nos princípios da Economia Solidária compreendermos a importância do papel materno e percebemos a forma como estado tem se ausentado de suas responsabilidades.

Parabéns a todas as Mães!







No dia 16 de maio de 2018, o Programa de Voluntariado da AVESOL realizou visita a AGAFAPE (Associação Gaúcha de Familiares de Pacientes Esquizofrênicos) para estreitar os vínculos entre as Instituições.
A AGAFAPE presta atendimento a pessoas acometidas por Esquizofrenia, Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), Transtorno Bipolar de Humor (TBH), Depressão e Retardo Mental que identificam e reconhecem o espaço como uma referência saudável em seu dia a dia, e também estimular a socialização através de atividades diversas e em grupos, em um espaço de troca e interação.
Parabéns a direção, na pessoa de sua Presidenta Sra. Marilia, a seus colaboradores e aos Voluntári@s que realizam esse trabalho com muito amor e dedicação. 



16 de maio de 2018

Esta semana ouvi de uma colega, trabalhadora voluntária, a seguinte frase:

- Voluntariar causa dependência... Hahahaha.

O grupo de voluntárias que ouviu esta frase , entre muitos risos, concordou
por unanimidade.

A energia desta troca, solidária e fraterna,  é infinita . O voluntário doa o seu melhor e vê no assistido, não um carente, mas um irmão trazendo uma oportunidade de servir.

Tenho uma ideia muito positiva sobre a humanidade, creio que todos nós, membros da espécie humana, nascemos voluntários. Funciona como um dom.

Durante alguns anos, meu egoísmo tentou impedir o exercício deste dom justificando a falta de tempo, como motivo para não voluntariar. Espera um pouco, dizia ele, você já trabalha e estuda tanto.

 Hoje tenho o meu mapa e uma das minhas bússolas é a AVESOL.

Sou voluntária, junto à Central de Voluntariado do Hospital São Lucas da PUCRS, na ABA (Amigos dos Bebês Apressados), entre outros.

Alguns passam pela vida e não exercitam este dom, outros aproveitam a oportunidade e passam a fazer parte da maior nação do planeta, a Nação do Voluntariado.

Faça sua escolha, mas lembre-se que  “ser voluntário”  é um caminho sem volta ,
é um caminho para a LUZ.

Fraternalmente, com um abraço voluntário,

Iára Pereira Claudio


                                                 "As pessoas felizes lembram do passado com gratidão, 
  alegram-se com o presente  e encaram o futuro sem medo".
                                                                                              Epicuro


15 de maio de 2018

No dia 09/05/18, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL ministrou oficina sobre Direitos Humanos e Meio Ambiente para cerca de 20 jovens, entre 16 e 18 anos, atendidos pelo Projeto Pro-jovem, em Porto Alegre/RS.
Iniciou-se a oficina sensibilizando os jovens sobre o tema do Meio Ambiente. Mostrou-se fotos e informações sobre a poluição mundial e as consequências dos níveis atuais de produção e consumo para o meio ambiente e a saúde. Ao depois, apontou-se a existência de acordos internacionais, legislação nacional e local especifica para a defesa da biodiversidade, reflorestamento e preservação ambiental. Dentre eles o Protocolo de Kyoto, o Acordo de Paris, o Artigo 225 da Constituição Federal, a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Código Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre.
Frente a esse quadro nos propomos a refletir sobre desenvolvimento sustentável e novas práticas coletivas e individuais para preservação do meio ambiente. Discutiu-se sobre transporte público, incentivo ao uso de bicicletas e produção de alimentos por meio da técnica da agrofloresta. Importante ressaltar que, ao se questionar quem praticava a separação de resíduos domiciliares (secos e úmidos), pouquíssimos disseram realizar tal prática. Assim, explicou-se a importância da separação dos resíduos sólidos em secos, úmidos, perigosos e rejeitos, bem como as consequências nefastas à economia, ao meio ambiente e à saúde humana em dispor tais resíduos de maneira incorreta.
Encerrou-se a atividade com a dinâmica “Carta aos Humanos”, na qual os jovens se colocaram no lugar da Terra, Água e Ar e escreveram uma mensagem à humanidade num cartaz de papel pardo, que ficará exposto no local. Ao final, os jovens manifestaram grande entusiasmo com a oficina e com os ensinamentos obtidos, comprometendo-se em mudar suas práticas cotidianas, separando seus resíduos domésticos e preservando o meio ambiente.




No dia 27/04 de 2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos-AVESOL realizou oficina sobre Direitos Humanos e Cidadania para cerca de 20 jovens, entre 16 e 18 anos, atendidos pelo Projeto Pro-jovem, em Porto Alegre/RS.
O objetivo da oficina foi promover a reflexão nos jovens sobre a importância do respeito aos Direitos Humanos para o exercício pleno da cidadania, bem como descontruir certas visões arraigadas no senso comum sobre o conceito de Direitos Humanos.
Além de proporcionar o conhecimento sobre os principais direitos assegurados a todos e todas pela Constituição, houve intenso debate sobre a garantia destes direitos. Assim, viu-se que, em geral, tais direitos não são plenamente garantidos.
Com isso, surgiu a pergunta: como podemos fazer para implementá-los? Exercendo a cidadania! Mas o que é cidadania? Bom, viu-se que na Constituição (art. 1º) está expresso que o Brasil é um Estado Democrático de Direito e tem como um de seus fundamentos a cidadania e a dignidade da pessoa humana.
A conclusão foi que a cidadania é a expressão concreta do exercício da Democracia. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais. Expressa a igualdade dos indivíduos perante a lei, pertencendo a uma sociedade organizada. É a qualidade do cidadão de poder exercer o conjunto de direitos e liberdades políticas, socioeconômicas de seu país, estando sujeito a deveres que lhe são impostos. Relaciona-se, portanto, com a participação consciente e responsável do indivíduo na sociedade, zelando para que seus direitos não sejam violados. Em suma, houve grande participação dos jovens na atividade, os quais questionaram diversos aspectos sobre o conceito de direitos humanos e fizeram questões polêmicas relacionadas ao tema.





11 de maio de 2018


Na semana que antecede o dia das Mães o Colégio Marista Rosário realizou mais uma edição da Feira da Cidadania, o evento contou com a participação de 14 grupos de economia solidária que são assessorados pela AVESOL.

A comunidade escolar teve a oportunidade de conhecer de perto durante estes três dias de feira 09/05, 10/05 e 11/05 os grupos da Rede Ideia que fazem parte do Movimento de Economia Solidária, um Movimento que aposta nas relações entre as pessoas e respeita o meio ambiente, uma forma de produzir com responsabilidade através da cooperação.  

As artesãs e artesãos da Rede Ideia proporcionaram a comunidade escolar uma feira de economia solidária temática, com produtos direcionados a família.

No encerramento, os grupos agradeceram a Direção do Colégio Marista Rosário pela oportunidade de expor seus trabalhos, presenteando com uma cesta de produtos confeccionados pelos grupos participantes, ressaltando a importância de parcerias para promoção e fomento da Economia Solidária.





9 de maio de 2018


Aconteceu no dia 03 de maio de 2018, no anfiteatro Irmão José Otão do Hospital São Lucas da PUCRS (HSL) o Encontro Mochila  Aberta, recepção e formação de novos Voluntários, com a participação da AVESOL e do Núcleo AVESOL/PUCRS, da Coordenação de Pastoral da Rede Marista e o mesmo contou com a participação  de 70 novos Voluntári@s.
Não existe outra companhia para a solidariedade humana senão a procura e o respeito da dignidade humana, desejando a todos que essa caminhada seja de transformação e solidariedade e aprendizado!





7 de maio de 2018


No dia 04 de Maio de 2018, a AVESOL  participou da comemoração de nove anos da Escola de Educação Infantil  São Guilherme, parceira do Programa  de Voluntariado da AVESOL.
A Escola foi fundada em 2009 e sua missão é educar para o amanha, e beneficia cerca de 120 crianças, onde os atendidos tem toda a atenção e carinho necessários para seu crescimento e formação.
Agradecemos o acolhimento feito pela Presidente Jussara e pela Coordenadora Pedagógica Liane, nos momentos  de descontração  e alegria.
Parabéns  a escola, a seus colaboradores e sua direção pelo excelente  trabalho realizado.





No dia 17/04/18, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL ministrou 2 oficinas sobre Gênero e Sexualidade para jovens atendidos  pelo Centro Social Marista Santa Isabel.

A oficina tratou sobre Gênero e Sexualidade, permitindo o debate acerca de questões que afetam diariamente a vida dos jovens. Neste sentido, foram passadas noções básicas sobre prevenção a gravidez indesejada e DST’s, bem como sobre orientação sexual.
Com isso, realizou-se uma dinâmica sobre a Cadeia de Transmissão das DST’S, tendo os jovens aproveitado o momento para se movimentar e entender como a transmissão de doenças sexuais pode se espalhar de maneira rápida dentro de um grupo.
A conversa com os jovens também abordou o tema do consentimento e da pornografia, uma vez que quando não há consentimento em uma relação afetiva/sexual estará havendo uma violência e, muitas vezes, um estupro. Ao depois, abordou-se o tema do gênero e da transsexualidade, conscientizando-se os jovens sobre a importância do respeito à diversidade, bem como uma sensibilização sobre os papéis que são impostos a cada gênero em nossa sociedade. Ao final, todos disseram ter aproveitado muito a oficina, sendo o tema presente e atual em suas vidas. 




4 de maio de 2018

Realizamos uma oficina sobre Políticas Públicas para Juventude no dia 16/04 com 22 jovens de 15 a 21 anos de idade, metade da turma eram mulheres. Apresentamos o CRDH-AVESOL e o objetivo da oficina: identificar o perfil da juventude brasileira, conhecer o Estatuto da Juventude e as políticas para juventude. No primeiro momento apresentamos uma síntese sobre o perfil da juventude com dados nacionais. No segundo momento escrevemos no quadro os direitos da juventude descritos no Estatuto. No terceiro momento acessamos o site da Secretaria Nacional da Juventude e fizemos uma leitura das políticas para a juventude. Comentamos os programas e relacionamos com os Direitos do Estatuto para terem uma noção da origem destas políticas para juventude. Concluímos a oficina com essa dinâmica.  



No dia 03 de maio de 2018, por convite do SINE da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, a AVESOL ministrou uma Roda de Conversa sobre Geração de Renda e Economia Solidária. A atividade integrou as comemorações da Semana do Trabalhador/a.
A contradição em comemorar o dia do Trabalhor/a num momento em que as filas do SINE, por busca de emprego estão cada vez maiores, apontando para aumento do desemprego, já se inicia uma “comemoração” em crise. Nesse sentido foi as primeiras contribuições dos participantes da Roda de Conversa, que tinham diversas experiência tanto no mundo do trabalho como no mercado formal, mas já estavam há tempos em busca de emprego.
Partindo de uma reflexão sobre as comunidades, transcorremos a conversa para o trabalho, abordando a qualidade de vida sempre relacionando a importância do Ser ao Ter. A conversa apontou para uma sociedade individualista, com dificuldades de relacionar-se com os que estão a sua volta e assim buscar cooperação para um desenvolvimento local e humano.
A geração de renda é viável em qualquer cenário desde que se busque alternativas, como a Economia Solidária, que é outra lógica, partindo do trabalho coletivo e desenvolvimento local. Afinal um bambu sozinho é fácil de quebrar, já um coletivo de bambus não se quebra tão fácil.






Nos dias 3 e 4 de maio aconteceu a 2ª edição de Feira das Mães Arteiras no Colégio Marista Ipanema. A Feira é organizada pelas mães dos alunos junto com a direção do Colégio. Este é um importante espaço de integração e comercialização para os grupos que fazem parte da Rede Ideia. A participação dos grupos tem possibilitado ampliar o debate sobre Economia Solidária e demonstrar que outra forma de organizar a economia a partir do trabalho é possível.

A AVESOL – Rede Ideia agradece a acolhida da comunidade escolar.





3 de maio de 2018

No dia 06/04/18 realizamos uma oficina com 37 participantes de 17 a 23 anos, sendo 13 homens e 24 mulheres. Iniciamos a oficina apresentando o Centro de Referência em Direitos Humanos e a AVESOL. Logo após introduzimos o tema da oficina escrevendo no quadro cinco políticas públicas para as minorias (cotas sociais e raciais, reforma agrária, participação das mulheres na política com 30% das candidaturas partidárias, ações afirmativas de 20% dos cargos públicos para pessoas com deficiência e permissão do casamento civil de casais do mesmo sexo inclusive sucessão ao companheiro/a) e perguntando o que cada jovem pensava sobre cada política. Houve muita participação dos jovens apresentando suas opiniões sobre as políticas. Durante o debate respondemos as questões mais conceituais sobre o tema: o que são minorias? Porque defender os direitos das minorias? Encerramos a oficina ressaltando a importância de criarmos empatia com a diversidade da sociedade que vivemos.


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