31 de outubro de 2018

A tarde de terça (30/10) foi de debates no Centro de Referência em Direitos Humanos – Avesol, com o evento “Café com Direitos: Redução Não é a Solução”. Dezenas de pessoas e entidades estiveram presentes no encontro, que por ocasião do mês da criança se debruçou sobre a proposta de redução da maioridade penal no Brasil e que deve voltar ao debate nacional após as eleições de 2018. Além da troca de ideias, o encontro teve como encaminhamento a criação e o fortalecimento de uma rede de proteção aos Direitos Humanos.

O CRDH – Avesol promoveu o debate por entender ser fundamental o diálogo e a articulação tanto da população jovem, como das pessoas que trabalham diretamente com este público, para que se possa refletir sobre o presente e o futuro dos Direitos das Juventudes. O advogado do CRDH, Pedro Gil Weyne, avalia que o encontro atingiu seu objetivo: “Tivemos um bom debate, com um bom público. A maioria das pessoas convidadas nos territórios onde realizamos as oficinas de Direitos Humanos compareceu e, mesmo sendo um tema difícil, jovens puderam fazer suas perguntas e o público gostou bastante.”

Convidados avaliam retrocessos e projetam dias de luta

O Mestre em Ciências Criminais pela PUCRS e advogado do Centro de Defesa de Direitos Humanos (CDDH) de São Leopoldo Lucas e Silva Batista Pilau abriu o debate trazendo um panorama jurídico. Sua fala apontou detalhes da proposta de redução da maioridade penal e o que isso mudaria na atual estrutura do sistema prisional e das instituições socioeducativas para a juventude.

Lucas apontou a importância dos Direitos Humanos para dar conta de problemas como a seletividade do direito e do sistema penal, que acaba punindo os mais vulneráveis. Como exemplo, estão as ações de combate ao tráfico de drogas, que em sua grande maioria acontecem nas periferias, e raramente nos bairros nobres. “Os Direitos Humanos existem para proteger as pessoas mais vulneráveis. Reduzir a maioridade penal deixa os adolescentes mais vulneráveis ao deixá-los sujeitos a um sistema pior”, avaliou.

Em seguida, foi a vez da Assistente Social, especialista em Direitos Humanos e Políticas Públicas pela Unisinos, coordenadora do Instituto Dakini Movimento e Igualdade, Ângela Spolidoro, trazer sua experiência, sob um ponto de vista mais social. Ela retomou o histórico da tramitação dos projetos a favor da redução. Desde 1993, a ideia circula no legislativo brasileiro, como também circula a resistência ao projeto. A partir daí, ela foi pontando as diferenças entre as lógicas punitivistas e de ressocialização e os discursos de violência que baseiam o debate, até os dias atuais.

“Há uma ideia de que o adolescente comete crime e não dá nada, mas não. Já existe um processo de responsabilização. E toda uma lei para isso. É a alta taxa de violência que está por trás desse debate, mas reduzir a maioridade penal não reduz a violência. O sistema prisional tem uma alta taxa de reincidência, está superlotado. Por isso, redução não é a solução”, afirmou Ângela

Encerrando as falas dos convidados abrindo para o debate, a mestranda em Sociologia e graduada em Direito pela UFRGS Betina Warmling Barros trouxe sua experiência na participação de um grupo de defesa jurídica e interdisciplinar de adolescentes encarcerados em Porto Alegre. Ela pontuou as diferenças entre o código penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, lembrando que o ECA já prevê quatro tipo de penas, ou medidas socioeducativas, para jovens infratores.

“Por que querem tanto reduzir a maioridade penal?”, questionou Betina, que em seguida lembrou que a aprovação da proposta por parte da sociedade é resultado de uma construção, de um sentimento de insegurança e de que o Estado tem que fazer algo. Mas, segundo ela, ao se colocar o jovem infrator dentro do sistema prisional, está se alimentando o crime. “Quando entra no presídio, a pessoa é obrigada a escolher uma galeria comandada por uma facção. Mesmo que não faça parte, tem que optar por uma e se sujeitar a todas as implicações de suas leis”, ponderou.

Fortalecimento da rede de proteção aos Direitos Humanos

O principal encaminhamento dessa edição do Café com Direitos foi o fortalecimento da rede de proteção aos Direitos Humanos na região de Porto Alegre, que envolve todas as pessoas que foram alcançadas nas atividades e oficinas realizadas nos territórios de atuação do CRDH. “Essa rede vem num momento de muita importância, pois está articulada nos territórios mais vulneráveis de Porto Alegre, nos lugares com as menores taxas de Índice de Desenvolvimento Humano. O evento também serviu para reunir essas pessoas mobilizadas, para elas se conhecerem e dialogarem,” avalia Pedro Gil.

Além de dezenas de participações individuais, com destaque para a defensora e ativista de Direitos Humanos Aide Venuzom, estiveram representados no Café com Direitos as seguintes instituições: Espro - Ensino Social Profissionalizante; ISBET - Instituto Brasileiro Pro Educação e Trabalho; Centro Social Marista Aparecida das Águas; o Centro Social Marista Santa Isabel; o Centro Social Marista da Juventude na Vila nova.

Clique aqui e assista à transmissão do "Café com Direitos: Rediução não é a solução"

Galeria de fotos












Fotos: Alexandre Garcia

26 de outubro de 2018

Cerca de 50 migrantes venezuelanos que vivem em Porto Alegre e Região Metropolitana participaram de um encontro de integração, no sábado (20/10), por ocasião do mês da criança. A atividade foi promovida pelo Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL, através do Projeto Araguaney, que presta apoio e atenção a migrantes Venezuelanos com atendimentos gratuitos no âmbito de demandas individuais e coletivas.

Celebrando o mês da criança, os pequenos venezuelanos que acompanharam seus pais aproveitaram para se divertir. Eles brincaram, jogaram bola, ganharam brinquedos e assistiram a uma apresentação de ballet infantil, inciativa das próprias alunas de uma escola da Zona Norte da capital gaúcha, que queriam compartilhar sua arte com as crianças venezuelanas.

Para os adultos, a música venezuelana e muita “charla” (conversa) permearam a tarde de integração. Na ocasião, foram realizados atendimentos sociais e doações de roupas, produtos de higiene, alimentos e calçados. Entre as principais demandas dos migrantes estão o trabalho, a regularização de documentos e vagas nas instituições de educação infantil para que as mães possam trabalhar.

Faça sua doação

A campanha de arrecadação de doações em prol dos migrantes venezuelanos segue contando com seu apoio e solidariedade. Promovida pela AVESOL, em parceria com a Rede Marista, a campanha foca agora em arrecadar alimentos, produtos de higiene e limpeza, material escolar, roupas e calçados masculinos e infantis.

As doações podem ser entregues diretamente na AVESOL (Rua Almirante Barroso, nº 665 - Bairro Floresta. Porto Alegre – RS). Os produtos arrecadados estão sendo repassadas aos migrantes que estão nos abrigos, que chegaram pelo processo de interiorização, e para os atendidos pelo Projeto Araguaney, que chegaram por conta própria e vivem em Porto Alegre e Região Metropolitana, sem auxílio governamental. Seja Solidário! Participe!

Conheça o Projeto

O projeto Araguaney de atenção a migrantes Venezuelanos se caracteriza por atendimentos gratuitos no âmbito de demandas individuais e coletivas de migrantes. Entre as ações do CRDH estão o atendimento social e orientações sócio jurídicas; informações gerais para refugiados, solicitantes de refúgios e migrantes em geral; orientação e validação de documentos; orientações sobre direitos e como acessá-los, acompanhamentos de processo em geral, recebimento de denúncias de violações de direitos, xenofobia, trabalho escravo; encaminhamento para o trabalho e cursos de qualificação profissional, curso de português, confecção de currículos e preparação para entrevistas; encaminhamento para os serviços da rede pública de saúde, de assistência social e jurídica; apoio para inclusão no sistema público de ensino e orientações para validação de diplomas.

Também a articulação política e em rede como a participação Fórum de Mobilidade Humana e em grupos de trabalho para criação e implementação de políticas públicas e projetos de lei para migrantes. O CRDH também promoverá a criação de eventos e atividades culturais para integração social, bem como, atendimentos de necessidades emergenciais através de ações pontuais de doação de alimentos e roupas, e outros encaminhamentos que se fizerem necessários.







 Nos dias 23, 24 e 25 de outubro a AVESOL esteve presente nos municípios da Região Sul onde estão localizadas as unidades de catadores que fazem parte da Rede Reciclar. A Rede é uma iniciativa do Núcleo de Economia Solidária e Incubação de Cooperativas da Universidade Católica de Pelotas (NESIC/UCPel). Há três anos as cooperativas de catadores da região têm participado ativamente das formações da Rede Ideia apoiadas pela AVESOL.

Neste segundo semestre as cooperativas da Rede Reciclar deram início a um novo projeto realizado pela AVESOL. O projeto Rede Digital tem como tema: Educação Autonomia e Emancipação, e prevê assessoria e formação a distância para grupos de Economia Solidária que fazem parte da Rede Ideia, as cooperativas receberam em comodato um tablet para acessar os conteúdos postados na plataforma e participarem de forma interativa dos encontros virtuais, também receberam formação para utilização do equipamento e poderem participar dos encontros virtuais.
O encontro com as cooperativas possibilitou contribuir em situações pontuais de demandas dos grupos, através de um planejamento de atividades realizado em cada município. Além da aplicação das ferramentas de gestão colaborativa tivemos espaço para debater a situação dos catadores no Rio Grande do Sul e da ameaça da incineração.
Oportunizamos o momento para estender nossa agenda até o município de Jaguarão, o qual fomos recebidos pelo Secretário de Desenvolvimento Econômico o senhor Anibal Ribas, o mesmo nos acompanhou em uma agenda até a cooperativa de catadores do município. Os catadores relataram ao secretário, a experiência de estar participando das formações em Porto Alegre realizadas pela Rede Ideia e apoiadas pela AVESOL.
Durante nossos 16 anos de existência como entidade de apoio e fomento a economia solidária temos percorrido e conversado com muitas catadoras e catadores do Rio Grande do Sul e do Brasil, sabemos do quanto difícil e duro é a jornada de trabalho destes trabalhadores, por isso nos colamos ao lado das catadoras e catadores na luta para construirmos um Brasil justo e solidário.

Viva a Luta dos catadores e sua organização!







25 de outubro de 2018


No dia 23 de outubro de 2018, na sede da AVESOL, estiveram reunidos três integrantes do Grupo de Economia Solidária Transformando Arte para um momento de encontro e reflexão com a AVESOL. O momento desenvolveu-se em reflexões sobre a caminhada do grupo e dos desafios que eles têm pela frente enquanto EcoSol. Tais reflexões foram embasadas ao texto “Autogestão”, que permitiu um maior amadurecimento do diálogo. Assim, o momento foi de muita avaliação e reflexão, permitindo aos mesmos elencarem suas carências e traçarem metas de crescimento grupal. Para tal, foi realizado a construção de um painel. O momento foi finalizado tendo presente as necessidades e possibilidades, pois como EcoSol estamos sempre em uma constante caminhada para o crescimento.    






No dia 23 de outubro de 2018, na sede da AVESOL, estiveram reunidos duas integrantes do Grupo de Economia Solidária Arte Mulher e Ly para um momento de encontro, assessoria e reflexões sobre a realidade do grupo. O momento iniciou com a fala dos integrantes sobre o que lhes faz se identificarem como EcoSol e com o grupo Arte Mulher e Ly.  Após, com a leitura coletiva do texto “Autogestão e Autonomia” e com um vídeo sobre democracia e autogestão, abordou-se questões sobre a necessidade de o grupo ser autogestionário, uma vez que tal postura promove o empoderamento pessoal e grupal. Após, tendo em vista o desenvolvimento do Grupo, criou-se um painel das carências que os próprios integrantes percebem, e assim, foram desafiados a desenvolverem em uma futura reunião do grupo um plano de ação, para atingirem em curto, médio e longo prazo as necessidades mais emergentes. O momento encerrou-se com a necessidade de que é preciso haver identificação pessoal com os interesses grupais enquanto EcoSol.




22 de outubro de 2018


Projeto Seja:Digital está  na reta final, com menos de 50 dias para o fim do sinal analógico nas regiões de Santa Maria, Pelotas e Rio Grande, a AVESOL e Seja:Digital adotam novas ações estratégicas para sensibilizar e chegar até os beneficiários.
Potencializamos as ações de mutirões somando as equipes artistas, como palhaços, perna de pau, malabares, bandas, etc.   Os mutirões neste formato permitem de forma descontraída acessar os lares de quem têm o direito ao kit conversor e melhorar os índices de digitalização.
Nesta fase do projeto aumenta a dificuldade da assertividade dos territórios de beneficiários, pois com avanço do projeto reduz o número de quem ainda não agendou para retirar seu kit.
AVESOL e Seja:Digital continuarão com os mutirões, eventos, caravanas, presença nas mídias e outras ações que permitirão aos beneficiários exercerem seu direito de retirar gratuitamente o kit conversor.






No dia 19 de outubro de 2018, no bairro Guarujá em Porto Alegre, o Grupo de Economia Solidária Artesanarte acolheu a AVESOL em sua sede para um momento de diálogo e formação. O grupo confecciona produtos diversos, mas com grande foco na produção de bolsas a partir do reaproveitamento de materiais. O encontro iniciou com a apresentação do trabalho que o mesmo realiza, onde os integrantes partilharam a importância e o significado da Economia Solidária (EcoSol), em especial do Grupo Artesanarte, em suas vidas. Com o uso de uma dinâmica reflexiva e do auxílio do texto “os desafios e perspectivas da Economia Popular Solidária”, o grupo foi convidado a apensar sobre a sua identidade de EcoSol e como atua na realidade, visando projeções e o desenvolvimento futuro. Entre diálogos, partilhas e apontamentos, percebeu-se o comprometimento do grupo com os princípios da EcoSol, principalmente representados no comprometimento com a causa ecológica. 







A AVESOL organizou nos dias 18 e 19 de outubro nas Unidades de Catadores do município de Passo Fundo momentos de diálogo formação através da troca de saberes, um dos princípios da Economia Solidária.
As Cooperativas de Catadores de Passo Fundo, tem participado dos encontros de Formação da Rede Ideia, promovido pela AVESOL em Porto Alegre na Casa Marista da Juventude. Esta relação se deu através do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis – MNRC e do apoio do Projeto TransformAção, que apoia as quatro Coop. De Catadores do município: COAMA, COOTRAEMPO, RECIBELA E AREVI, o projeto presta assessoria na organização produtiva, autogestão, organização interna e na relação com a sociedade e o poder público. 
Foi possível oportunizar com os grupos em momentos diferentes um espaço de formação com temas pertinente a demanda dos grupos. A comercialização em conjunto é um sonho coletivo das quatro cooperativas, para tanto buscamos a traves do conteúdo abordar temas como: Cooperação através da responsabilidade compartilhada, transparência como elemento fundamental para confiança e a Cadeia Produtiva de Resíduos Sólidos.

Para o futuro próximo.
Pretendemos avançar com o tema da comercialização em conjunto, construindo um seminário no município que tenha como norte a “Rota inclusiva do resíduo”.
Vivemos tempos difíceis em nosso país, com intolerância e preconceito, acreditamos que a inclusão produtiva é a melhor forma de combater a cultura do ódio promovendo a cultura da Paz.

Viva a Luta dos Catadores e sua organização.







No dia 19 de outubro de 2018 foi realizada no Centro de Educação Profissional São João Calábria, parceiro do Programa de Voluntariado da AVESOL, uma Formação para os jovens aprendizes do curso de Assistente Administrativo sobre Entrevista de Emprego e Mercado de trabalho realizado pela Voluntária Tyana Karam especialista em Gestão de Recursos Humanos.
O momento foi de partilha e de trocas de conhecimentos, onde foi trabalhado com os jovens como proceder em uma entrevista, como elaborar seu currículo e a importância em conhecer suas habilidades e suas competências, assim como a escolha profissional num contexto de ética e cidadania.
Agradecemos a Voluntária Tyana em disponibilizar seu tempo e conhecimento, para ajudar em uma transformação social mais justa e para todos.




19 de outubro de 2018


No dia 17 de outubro de 2018, na sede do Grupo Feito a Mão em Alvorada, estiveram reunidas duas integrantes do grupo para um momento de diálogo e formação com a AVESOL. O momento iniciou com a apresentação dos integrantes e da identidade do grupo, desde a sua formação até o presente, enfatizando as dificuldades e possibilidades enfrentadas ao longo da caminhada. Houve a leitura do texto “Autogestão”, que auxiliou nas reflexões sobre o papel (comprometimento) de cada integrante no grupo. Após, com a visualização de um pequeno vídeo sobre o mesmo tema e a realização de uma pequena dinâmica, fez-se um diálogo aprofundado sobre as necessidades mais emergentes do grupo, que culminaram na criação de 3 metas. Todas elas refletiram a preocupação em haver mais colaboração entre os integrantes, uma vez que tal dinâmica é fundamental no ser Economia Solidária.






Ministramos uma oficina sobre "Direitos das Minorias" para 64 participantes, sendo 29 mulheres e 35 homens com idade entre 15 e 20 anos, da escola EEEM Almirante Barroso situada no território Arquipélago, um dos atendidos pelo Convênio nº: 861471/2017 – MDH. A metodologia utilizada foi expositiva e usamos materiais didáticos como folders, quadro branco e canetas. Iniciamos a oficina perguntando aos jovens o que ouviam ou pensavam sobre os direitos humanos. Tendo os direitos humanos como perspectiva da nossa análise passamos a conversar sobre os direitos das minorias. Apresentamos alguns dados do último censo brasileiro pesquisado pelo IBGE e nos perguntamos se essas mesmas populações ocupavam espaços em instituições de poder. Todos perceberam que as políticas públicas para minorias são importantes para a busca de igualdade entre os humanos. 



15 de outubro de 2018

A Associação do Voluntariado e da Solidariedade torna pública a ata de recebimento e resultado da proposta em atendimento ao edital 004/2018 - Manutenção e atualização de sítio eletrônico, referentes ao convênio 861471/2017 do Ministério dos Direitos Humanos.



11 de outubro de 2018

No dia 10 de outubro de 2018, a AVESOL e o Núcleo AVESOL PUCRS estiveram reunidos com a responsável pelo Voluntariado da Aldeia da Fraternidade para formar mais uma parceria e discutir estratégias para o Voluntariado no próximo ano.
A Aldeia da Fraternidade batalha pela defesa dos direitos fundamentais de crianças e jovens de 0 a 18 anos, com a metodologia de educação formal, em turno inverso a escola, com espaços lúdicos, divertidos e repleto de cultura oferecem as crianças a possibilidade de vivenciar novas experiências e ampliar as suas visões de mundo.
Agradecemos a Jéssica, colaborada da Aldeia, e temos certeza que somando forças teremos uma justiça social.



Na tarde do dia 10 de outubro de 2018 no anfiteatro Irmão José Otão do Hospital São Lucas da PUCRS ocorreu a Formação para os Voluntários sobre o tema “Ciência e Fé: a espiritualidade na promoção da saúde”, com o Dr. João da Rosa Michelon, médio do HSL e da ACAEHB- Associação Cristã de Assistentes Espirituais do Brasil.
O momento foi de muitas trocas, onde o cultivo da solicitude com a Espiritualidade na promoção da saúde, em todas as circunstâncias, é o compromisso no curso intensivo da vida que é um hospital.
Os Voluntári@s participaram com suas vivências de troca, solidariedade e compromisso com o caminho que estão percorrendo de amor, e dedicação.  



10 de outubro de 2018

A Associação do Voluntariado e da Solidariedade torna pública a ata de recebimento e resultado das propostas em atendimento aos editais 007/2018 - Confecção de folders e 009/2018 - Confecção de banners, referentes ao convênio 861471/2017 do Ministério dos Direitos Humanos.





9 de outubro de 2018


Na tarde do dia 08 de outubro os Empreendimentos de Economia Solidária da Rede Ideia estiveram reunidos na sede da AVESOL para a reunião mensal com a temática: “distribuição de renda e desigualdades sociais”.  O momento iniciou com uma acolhida e com uma fala sobre o nosso comprometimento com a vida enquanto Economia Solidária. Em seguida, ocorreu um jogo de análise de conjuntura socioeconômica brasileira, onde os integrantes foram divididos em famílias com diferentes rendas / realidades, mas tenda as mesmas necessidades, a sobrevivência e a busca por uma vida digna e de qualidade. Assim, com problemas reais os integrantes foram instigados a traçarem metas e estratégias para sobreviverem aos gastos que surgiram e, conforme as escolhas feitas, receberem uma pontuação. Na culminância e reflexão do jogo ficou notório que no Brasil o sucesso econômico não é fruto do esforço, mas da realidade e da conjuntura a qual estamos inseridos. Pois os grupos vencedores, que obtiveram uma melhor qualidade de vida, foram justamente aqueles que partiram de uma rende familiar alta, e os demais, acabaram em uma situação de marginalização. Após o jogo ocorreu a fala da Assistente Social do Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH) sobre a importância e, como realmente funcionam, os programas Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada. Também houve uma análise crítica da Eleição 2018, tendo em vista o 2º turno que está a caminho e a avaliação das Feiras da Cidadania dos Colégios Maristas que ocorreram no último mês, bem como, os informes mensais.





No dia 05/09/2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos – AVESOL, por meio do convênio MDS/SNC 861471/2017, ministrou 6 oficinas sobre Direitos Humanos e Cidadania para jovens estudantes da EMEF Wenceslau Fontoura, localizada na Rua Irmã Inês Faveiro, 1 - Bairro Mario Quintana, Porto Alegre/RS.
A oficina abordou a temática dos Direitos Humanos, tendo como enfoque os artigos da Constituição de 1988. O objetivo da oficina foi passar aos jovens quais são os principais Direitos Humanos reconhecidos em nossa Constituição, promovendo a reflexão sobre a importância do respeito aos Direitos Humanos para o exercício pleno da cidadania, bem como desconstruir certas visões arraigadas no senso comum sobre o conceito de Direitos Humanos.
Assim, sorteou-se alguns trechos da Constituição que elencam direitos e pediu-se que algum jovem fizesse uma mímica para os demais com o objetivo de que estes adivinhassem qual direito estava posto no papel. Os jovens gostaram muita da dinâmica da mímica, pois puderam, assim, eles mesmos ensinar uns aos outros o que significava cada um daqueles direitos. Após a turma acertar a mímica do colega, foi dada uma breve explicação sobre o significado, a história e a aplicação prática do direito que foi mostrado a turma.   
Ao final, para dar um fechamento na oficina, afirmou-se para os jovens a importância do conhecimento dos seus direitos e do exercício da cidadania, que nada mais é do que é a expressão concreta do exercício da Democracia. Relaciona-se, portanto, com a participação consciente e responsável do indivíduo na sociedade, zelando para que seus direitos não sejam violados. 

Em suma, houve grande participação dos jovens na atividade, os quais ficaram muito empolgados em poder mostrar aos outros o seu entendimento sobre os direitos que estavam sendo debatidos. Ao final, todos disseram ter aproveitado muito a oficina, sendo o tema presente e atual em suas vidas.



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