8 de junho de 2018


No dia 06 de junho de 2018, o Centro de Referência em Direitos Humanos-(CRDH) /Avesol realizou uma oficina no Ensino Social Profissionalizante (ESPRO) com 22 jovens do programa Jovem Aprendiz.Apresentei o CRDH/AVESOL o projeto e as oficinas, logo em seguida todos se apresentaram. A oficina foi sobre Gênero e sexualidade, como a sexualidade perpassa na vida dos jovens como é percebida e vivenciada.
Vimos o vídeo dos direitos humanos e debatemos sobre o respeito e a tolerância que precisamos exercitar para aceitar e respeitar os outros que são diferentes de nós, ou que não concordam com a minha opinião, o modo de vida, a postura, enfim a diversidade. Porém já o vídeo sobre consentimento nos remete ao direito de dizer não quando não concordamos com algo que viole a nossa vontade o nosso querer, dependente da situação pode gerar violência, e neste momento que cabe usar os canais de denúncia, Lei Maria da Penha, disque denúncia. No Brasil a, Lei 12.015/2009 determina que crianças abaixo de 14 de idade são incapazes de consentir em ter uma relação sexual. O vídeo que os jovens viram foi sobre esta realidade, os jovens disseram que quase não há diálogo com seus parceiros(as) sobre sexo, métodos anticonceptivos, o mais usual é lembrar do uso da camisinha, tem muito tabu sobre estes temas em casa os pais muitas vezes sentem-se constrangidos pois não estão preparados para falar  pois tem vergonha ou falta pedagogia para lidar com o este assunto e na escola abordam superficialmente. A falta de informação neste quesito pode gerar muitas consequências como gravidez precoce, doenças sexualmente transmissíveis AIDS/HIV e outras doenças oportunistas. O debate foi muito rico pois os jovens puderam expor suas ideias, colocaram situações do cotidiano. E qual o entendimento que eles têm Sexo, Identidade de Gênero e a orientação afetiva sexual, pois vivemos em contextos diferentes e precisamos conhecer estes conceitos para combater todas as formas de discriminação e preconceito. Iniciamos uma dinâmica pedi a eles que formassem dois grupos um de meninos e outra de meninas e colocasse num papel quais as frases ou palavras que ouvem por ser mulher, e as frases que ouvimos por ser homem. A dinâmica foi bem participativa e interativa, reflexiva, pois foi importante apresentar papel social que cada gênero representa na sociedade.



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