23 de julho de 2014

“Lembrar é Reagir! Esquecer é Permitir”.
Em 23 de julho de 1993 houve o Massacre da Candelária, uma chacina que comoveu todo o país onde as crianças foram mortas enquanto dormiam. Mostrou o despreparo da Polícia Militar com as diversidades apresentadas pelas crianças e adolescentes, como situação de rua, mendicância, abandono, entre outras. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completava, então, três anos de existência, e se a nova lei - marco na defesa dos direitos da infância e da adolescência - ainda estava sendo devidamente assimilada e incorporada por organizações da sociedade civil, por educadores e agentes públicos. O fato alertou a sociedade da utopia entre o que era teoria e a prática do sistema da Garantias de Direitos.
Hoje fazem 21 anos, há de se fazer duas perguntas: 
1)      O que aprendemos com isso? 
2)      O que conseguimos mudar?
Aprendemos a não tolerarmos qualquer tipo de covardia, seja com crianças, adolescentes, jovens, mulheres, homens, idosos e qualquer ser humano independente de sua condição, convicção ou crença. Será?
Quando falamos sobre este assunto nos comovemos e nos solidarizamos com o sofrimento das mães, parentes e pessoas próximas. Pessoas estas que tiraram o assunto da invisibilidade e promoveram ações concretas para que essa “História”, não se tornasse uma prática de nossa sociedade.
Nosso papel   de promotores de   direitos humanos é levar informação e discutir junto as comunidades sobre extermínio de jovens, racismo, respeito e intolerância a qualquer forma de discriminação étnica, religiosa ou de orientação sexual.  

Sugestões de atividades:  

Oficina Popular de Teatro, do projeto Teatro Como Instrumento de Discussão Social da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz apresentando o exercício cênico "Os Sinos da Candelária". A apresentação será dia 23 de julho, às 20h30 na Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont, 1186). Entrada Franca


Peça In-Visiveis, onde contracenam moradores de rua na sala 502 da Usina do Gasômetro (Espaço cuidado que Mancha )  às 19 h. A peça estreia no dia 26/07. O ingresso é um agasalho e $ no Chapéu. 
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