segunda-feira, 3 de agosto de 2020


Nós, catadoras e catadores de materiais recicláveis, organizadas/os nas associações e cooperativas, que trabalhamos nas Unidades de Triagem de Porto Alegre, repudiamos a postura da Prefeitura de Porto Alegre em relação ao processo de construção e encaminhamento da proposta de regulamentação da Política Municipal de Logística Reversa.
Recentemente, no dia 29/07, realizou-se uma live para tratar da Política Municipal de Logística Reversa. Nesta referida atividade nenhum representante das catadoras ou catadores foi convidado a participar. Nem sequer recebemos o convite e não seriamos nem citados no evento não fosse a promotora Annelise Staigleder colocar a necessidade de incluir a categoria neste debate e proposta.
Após a citação dela, as falas do Prefeito Nelson Marchezan Júnior foram muito pejorativas, desqualificando o trabalho e a profissão de catador de materiais recicláveis. E ainda desqualificando o cooperativismo como forma de organização. Segundo ele, as condições que as catadoras e os catadores hoje trabalham não são “adequadas” e não geram qualidade de vida para as pessoas.
Vale aqui ressaltar que a responsabilidade pela gestão dos resíduos sólidos segue sendo da prefeitura e que as unidades de triagem de Porto Alegre estão como estão pela falta de investimento da prefeitura. Hoje é repassado um contrato de prestação de serviços mísero para cada unidade, que não custeia o serviço, quem dirá valorizar o trabalho realizado por estes trabalhadores.
Em relação ao cooperativismo/associativismo, lembramos o senhor prefeito que é uma forma legal de organizar o trabalho, que garante os direitos trabalhistas sim a seus membros. E que com certeza teria mais benefícios se de fato os grupos fossem reconhecidos e valorizados como prestadores de serviço que são, e parte dos milhões repassados a empresas privadas para enterrar nosso resíduo fosse repassado para contratar as associações e cooperativas pelo trabalho realizado.
A logística reversa instituída como um dever na Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS (2010) coloca a participação das associações e cooperativas de catadoras e catadores neste processo de estruturação dos sistemas de logística reversa.
O trabalho dos catadores e catadoras é reconhecido como profissão desde 2002 (CBO), o que significa que queremos continuar com este trabalho e que temos orgulho de ser quem somos. Com nosso trabalho geramos inclusão social daqueles que o mercado formal capitalista excluí, cuidamos do planeta, geramos renda, economia para o município e fazemos a maior parte do trabalho de reciclagem em parceria com a comunidade. O que está faltando é o reconhecimento e a valorização por parte do prefeito Marchezan e da prefeitura, para que possamos estruturar e desenvolver ainda mais nossas atividades.
Segundo informações colocadas pelo prefeito na live, já foram encaminhados para a Câmara de Vereadores os projetos de lei que tratam deste tema, entretanto não recebemos nenhuma informação da prefeitura quanto a este tema, tão importante para cidade e tão caro para nossa categoria.
Desta forma, além de repudiar a postura do Prefeito Marchezan e da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, conclamamos toda a sociedade portoalegrense a exigir transparência e participação da sociedade civil neste processo. Não queremos que só as catadoras e catadores participem, mas sim toda a sociedade que almeja e luta por uma cidade mais ecológica, inclusiva, solidária e sustentável, todas e todos fazemos parte desta cidade, não queremos ser excluídos.
E ao Poder Público Municipal, solicitamos a inclusão de nossas entidades no debate e construção de uma proposta que realmente seja sustentável para nossa cidade.
Por que excluir nossas associações e cooperativas? Quem ganha e quem perde com isso? Por que privatizar o trabalho? O maior problema econômico do mundo que gera fome, miséria e exclusão social não é falta de riqueza e sim a concentração dela.
Nós, catadoras e catadores, somos quem realmente recicla nesta cidade, nós somos os mais eficientes na geração de educação ambiental. Mesmo com pouco reconhecimento e sem valorização, geramos diretamente cerca de 600 postos de trabalho nas periferias, principalmente para mulheres chefes de família e pessoas excluídas dos postos de trabalhos formais. A privatização dos resíduos e dos serviços públicos não fazem parte de uma visão de economia circular, que preserve a vida, gere desenvolvimento, proteção ambiental e justiça social.
Porto Alegre, 03 de agosto de 2020.
Assinam esta nota:
Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis – MNCR; União Nacional de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis do Brasil – UNICATADORES; Fórum das Unidades de Triagem de Catadoras e Catadores de Porto Alegre; Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis da Cavalhada – ASCAT; Associação de Catadores da Padre Cacique; Associação de Resíduos Sólidos Domiciliares da Lomba do Pinheiro; Associação Comunitária de Mulheres na Luta – Anitas; Associação Anjos da Ecologia; Reciclando Pela Vida; Associação Sócio Ambiental irmão Antônio Cecchin; Associação de Reciclagem Ecológica Rubem Berta; Associação de Trabalhadores de Materiais Recicláveis Santíssima Trindade; Associação dos Trabalhadores da Unidade de Triagem do Hospital Psiquiátrico São Pedro – HPSP; Cooperativa de Trabalho Socioambiental Mãos Unidas; Cooperativa de reciclagem de resíduos Sólidos Urbanos, Produção, Industrialização e Comercialização de Materiais Derivados dos Trabalhadores Autônomos do Bairro Restinga – COOPERTTINGA; Centro de Triagem da Vila Pinto – CTVP; Cooperativa de Trabalho e Reciclagem Campo da Tuca – COOPERTUCA; Associação de Catadores e Recicladores da Vila Chocolatão – ACRVC; Cooperativa de Educação Ambiental e Reciclagem Sepé Tiarajú – CEAR; Cooperativa Mãos Unidas Santa Teresinha; Sabor da Vitória – SDV Reciclando; Associação Caminho das Águas. Central Única dos Trabalhadores – CUT; Coletivo Cidade Mais Humana; Apoena Socioambiental; Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural – AGAPAN; Fórum Municipal de Educadores e Educadoras Sociais de Porto Alegre; Atua Poa; Coletiva Feminista Outras Amélias, Mulheres de Resistência e Luta; 8M Greve Internacional de Mulheres - Porto Alegre; Coletivo Virginias; Unisol RS; Central Justa Trama; Cooperativa Univens; Projeto Fora?; Morador de Rua Existe; Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Psicologia; Comissão de Ética e Direitos Humanos do Conselho Regional de Serviço Social; Coletivo Feminista-Classista Alexandra Kollontai; Instituto Zoravia Bettiol; Agência Livre da Informação, Cidadania e Educação – ALICE; Comitê em Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito; Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB/RS; Preserva Belém Novo; Fórum Regional de Planejamento; Marcha Mundial das Mulheres; Movimento Preserva Zona Sul; Guayí; Atua Poa - Todxs nós; Centro de Assessoria Multiprofissional – CAMP; Associação do Voluntariado e da Solidariedade – Avesol; Fundação Luterana de Diaconia – FLD; Núcleo de Estudos e Pesquisas Terra, Trabalho e Política Social, Departamento de Serviço Social – UFRGS; Caritas Brasileira - Regional do Rio Grande do Sul.



Após processo eleitoral com grande participação de entidades da sociedade civil, que militam pelos Direitos Humanos em todo o Estado do Rio Grande do Sul, ou mesmo com atuação nacional/internacional, a AVESOL foi reeleita, no dia 31 de julho de 2020, como representante da sociedade civil no Conselho Estadual de Direitos Humanos (CEDH-RS) para o período de 2020-2023. 
A AVESOL integrará o CEDH/RS para mais este mandato junto a outras 11 instituições da Sociedade Civil, bem como demais órgãos de Governo que integram este importante Conselho de fiscalização de políticas públicas e promoção dos Direitos Humanos.  
Somam-se a AVESOL para o próximo mandato as seguintes instituições, eleitas como titulares: Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Instituto de Assessoria das Comunidades Remanescentes de Quilombos (IACOREQ), Acesso – Cidadania e Direitos Humanos, Cooperativa Central de Assentamentos do Rio Grande do Sul (COCEARGS), Comissão de Direitos Humanos de Passo Fundo (CDHPF), Fundação Luterana de Diaconia - FLD, Conselho Regional de Psicologia (CRP/RS), Associação de Apoio à Criança e ao Adolescente (Amencar), Nuances – Grupo pela Livre Expressão Sexual, Associação para Grandeza e União de Palmas (Agrupa) e Coletivo Feminino Plural. 
Estamos honrados em poder representar os princípios da instituição, como a Promoção da Economia Popular Solidária, a Cultura do Voluntariado e a Defesa e Difusão dos Direitos Humanos neste importante órgão representativo. 


terça-feira, 14 de julho de 2020

O Centro de Referência em Direitos Humanos da AVESOL, comprometido com a defesa dos Direitos de todas Crianças e Adolescentes, vem a público comemorar a entrada na fase adulta deste importante marco legislativo para a garantia, defesa e promoção daqueles que são vistos como portadores da grande responsabilidade de serem o futuro da humanidade e do planeta. O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei. n. 8.069/90) foi promulgado em 13 de julho de 1990 e representa um novo marco na visão sobre o que é ser criança e adolescente no Brasil. Antes, vistos como mini adultos, eram abandonados ao próprio destino, quando não tivessem a “sorte” de nascer em um contexto de proteção e carinho. Hoje é dever do estado e da sociedade como um todo, protegê-los, ampará-los e garantir que tenham uma vida saudável, com direitos garantidos. Infelizmente, sabemos que os tempos são difíceis para as crianças e adolescentes no Brasil e esses 30 anos têm sido de muita luta para que os direitos previstos no ECA fossem assegurados na prática. Em tempos pandêmicos, o direito à saúde e educação plena estão em permanente risco. A imposição de métodos de ensino sem levar em consideração as diferentes realidades materiais de crianças e adolescentes neste país continental, são apenas um exemplo. Os abusos sexuais intrafamiliares, por estarem em isolamento com seus agressores, a exploração do trabalho infantil, em um contexto cada vez maior de retirada de direitos sociais e desemprego, a exploração da mão de obra infantil pelo tráfico de drogas e a exploração sexual, também vilipendiam a segurança, a vida e a dignidade de crianças e adolescentes diariamente. Por isso, nestes 30 anos do ECA, ressaltamos ser dever de todos denunciar tais abusos e garantir uma vida boa a esta população tão especial (art. 70 do ECA), e aproveitamos para lembrar um dos direitos fundamentais mais importantes do ECA: o direito de brincar praticar esportes e divertir-se (art. 16, inc. IV do ECA), sendo um direito inerente à liberdade!


terça-feira, 9 de junho de 2020

A Campanha Salve uma Causa surgiu com o intuito de colaborar com as Organizações Sociais nesse momento delicado em que estamos vivendo devido a pandemia do Coronavírus  e da COVID-19.
Sabedores das necessidades das Organizações Sociais que prestam atendimento a comunidades vulneráveis e causas importantes, a AVESOL e Ana Amaral Projetos Estratégicos se uniram nessa campanha, para em conjunto com a Sociedade Civil conseguir captar doações e tentar amenizar a situação.
Nos primeiros 20 dias de campanha foi muito emocionante ver a parceria de muitas pessoas físicas e empresas, conseguimos ultrapassar em quinze dias a meta inicial de repasse, beneficiando a cada uma das Organizações Sociais participantes o valor de R$1.000,00 (mil reais) para auxiliar com as despesas e custos.
Agradecemos a todos que contribuíram até momento nessa linda caminhada. A Campanha continua! Portanto contribua com qualquer valor e compartilhe para que mais pessoas possam se unir e colaborar para Salvarmos muitas Causas!






terça-feira, 2 de junho de 2020


A Campanha Só a Solidariedade não pode PARAR está iniciando seu terceiro mês. Muitas são as pessoas envolvidas, desde empresas, grupos de economia solidária, associações, comunidades e voluntários. Em um momento em que o isolamento social se faz necessário, a solidariedade ganha espaço para novas possibilidades.
No dia 29 de maio de 2020, a AVESOL fez a entrega de 2.526 máscaras e 554 jalecos hospitalares para a Associação dos Amigos do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (AHMI). O momento foi marcado pela entrega do “Diploma Atitude Cidadã AHMI 2020” para a AVESOL e aos grupos solidários que confeccionaram as máscaras e jalecos. Essa parceria foi uma ação do Projeto Costurando Solidariedade, articulado pelo Poa Solidária da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e AHMI.
As necessidades são muitas, como informado pela equipe do HMIPV o hospital utiliza cerca de 36 mil máscaras mensais, mas cada um fazendo uma parte conseguimos amenizar o risco da falta de EPIs.
Gratidão à AHMI, à Direção do HMIPV e ao Poa Solidária pelo reconhecimento e oportunidade de solidarizar e esperançar. Nosso muito obrigado aos que estão somando e fazendo na prática a solidariedade vencer!





quarta-feira, 27 de maio de 2020


A importância do trabalho das catadoras e dos catadores de Resíduos Sólidos tem impactos, tanto ambientais quanto sociais, que podem definir a qualidade de vida de trabalhadoras e trabalhadores de uma região. Frase que resume a jornada da presidente da cooperativa de catadores que assume como Vereadora pelo Partidos dos Trabalhadores (PT) da cidade de Giruá, Ilaine Lamb, que conta sua história de trabalho com a catação até a atual posição no legislativo do município que fica à 474 quilômetros de distância da capital gaúcha, Porto Alegre. De origens humildes, ela contou como começou o seu percurso saindo de auxiliar de limpeza, para catadora trabalhando no setor privado até a fundação e trabalho com a Coopervida.
Ilaine começou a trabalhar com Materiais Recicláveis há nove anos. Depois de trabalhar com faxina, ela iniciou sua jornada no setor privado durante dois anos e meio numa empresa que foi comprada pela Cooarlas, tornando-se filial da cooperativa cuja matriz fica na cidade de Canoas. Nessa cooperativa, ela trabalhou por mais três anos. Durante esse período, ela estudou o curso Técnico em Meio Ambiente. A co-vereadora se viu desempregada quando a filial fechou. Durante um longo intervalo, ela não conseguia possuir nenhum tipo de renda para cobrir a sua vida. Foi quando Ilaine volta a procurar seu sustento na catação e, com mais outros dez trabalhadores, fundam a Coopervida - Cooperativa de Trabalho Reciclando pela Vida Ltda. Outras oportunidades, fora do trabalho com Resíduos Sólidos, chegaram para Ilaine, oportunidades que tinham salários mais robustos, mas ela já se encontrava envolvida com a vida dos cooperativados e já percebia a importância do que fazia para o próximo. Sua escolha foi óbvia, ela decidiu ficar.
No início, a sociedade solidária contava com apenas um contrato com a prefeitura para trabalho. Ao longo dos anos, a batalha que iniciou com esse contrato e onze catadores aumentou para oito que atendem não somente Giruá, mas, também, os municípios de São José do Inhacorá, Tuparendi, Santo Cristo, Porto Mauá, Porto Vera Cruz, Sete de Setembro e Santa Rosa. Com o aumento da demanda, mais dezenove cooperativados se uniram ao trabalho da Coopervida. Nos quatro anos de existência, a renda média do trabalhador do empreendimento mais do que dobrou, passando de R$400,00 para R$1.000,00.
Impacto ambiental e social marcam a vida de Ilaine Lamb que entra no mundo da política como co-vereadora com o objetivo de estender essa batalha e marcá-la definitivamente no município. Entre suas propostas, está a de Declarar a Coopervida como Bem de Utilidade Pública da cidade de Giruá e ampliar a educação ambiental no município. No momento atual da pandemia, suas propostas estão esperando pelas ações emergenciais de proteção e contenção do vírus para que possam começar a serem debatidas em plenário. Continuidade que é garantida pelo titular do mandato, o Vereador Milton Rosa pelo PT.
Ilaine Lamb mostra que seu trabalho é imerso em noções de Economia Solidária e cooperativismo e que seu trabalho, junto com o Rede Ideia na AVESOL, geram um impacto ambiental positivo crescente representado pelo aumento de trabalho e área de atuação da Coopervida e um impacto social positivo ao dar visibilidade e orgulho aos catadores e gerar renda a um número crescente de famílias desfavorecidas pela injustiça do sistema. A co-vereadora procura aumentar ainda mais o número de cooperativados. Pois quer que o maior número possível de pessoas possa obter a renda que também ganha volume ao passar do tempo, provando que o trabalho solidário gera frutos e que precisa, urgentemente, o total reconhecimento real de sua importância pela sociedade. Viva as catadoras e catadores como Ilaine Lamb!





terça-feira, 12 de maio de 2020




O cenário que estamos passando com o impacto do COVID-19 na economia de empresas também atingiu, e muito, as Organizações Sociais. Junto ao isolamento social, as Organizações Sociais que prestam serviços à sociedade com poucos recursos financeiros, estão encontrando ainda mais dificuldades para se manter. Muitos parceiros econômicos deixaram de realizar aportes, inclusive convênios com esferas públicas estão ameaçados. Essa realidade aponta para um quadro de miserabilidade, falta de atendimentos em saúde mental, crianças e adolescentes nas ruas, ou seja, causas perdidas. 
Não poderíamos ficar inertes a essa realidade e prontamente iniciamos a fazer aquilo que mais sabemos: articular redes para salvar causas sociais!
Dessa forma, a AVESOL e Ana Amaral Projetos Estratégicos lançam a Campanha “Salve uma Causa” que tem o objetivo auxiliar financeiramente e com doações 30 Organizações Sociais no período de pandemia, devido ao COVID-19, para apoio à gestão emergencial, mantendo suas causas vivas e evitando o fechamento de espaços de assistência social para crianças, adolescentes, idosos, imigrantes, pessoas com deficiência, com doenças ou transtornos mentais da cidade de Porto Alegre e Região Metropolitana.
Na primeira etapa, recebemos 67 inscrições e foi utilizado o critério de quem teve o maior percentual de redução de arrecadação no orçamento. Após analisou-se critérios para equilibrar municípios e diferentes causas para selecionar as 30 Organizações Sociais.

Os próximos passos serão:
 *Divulgação da Campanha por meio áudio visual em redes sociais, mailing de parceiros e mídia, fomentando a captação de recursos financeiros junto a pessoas físicas e jurídicas.

*Transparência Social Econômica, divulgando os parceiros doadores e os valores destinado às organizações sociais com suas prestações de contas.

Agradecemos a participação de todas Organizações Sociais inscritas e apresentamos as Organizações Sociais selecionadas:


Organização Social
Causa
Via Pró-Doações e Transplantes
 Saúde
Movimento por uma Infância Melhor
 Crianças e Adolescentes
Associação de Apoio a Pessoas Com Câncer - Aapecan
 Saúde
Associação de Cegos Louis Braille
 Idosos, Pessoas com Deficiência
Associação Rita Yasmin De Assistência, Educação e Cultura
 Pessoas com Deficiência
Associação Comunitária De Moradores São Guilherme
 Crianças 
Fundação De Pais Pró-Saúde Mental Infantil
 Pessoas com Deficiência, Saúde
PRECAVI- Casa Madre Giovanna
 Crianças e Adolescentes
CMAP Clube  de Mãe Aparecida
 Crianças e Adolescentes
Educandário- Centro de Reabilitação São João Batista
 Crianças e Adolescentes, Pessoas com Deficiência
Associação de Mulheres Boas Amigas
 Crianças e Adolescentes, Imigrantes
Associação Comunitária Vila Panorama
 Crianças e Adolescentes
Associação Famílias em Solidariedade
 Crianças, Adolescentes e Jovens
Escola de Educação Infantil Sestilia Anna Toniolo
 Crianças e Adolescentes
Casa do Excepcional Santa Rita de Cássia
 Pessoas com Deficiência
Instituição de Educação Infantil Vitória da Vila Operária AJ Renner
 Crianças e Adolescentes
Movimento pelos Direitos da Criança e do Adolescente – MDCA
 Crianças e Adolescentes
Instituição de Educação Infantil Madre Teresa
 Crianças e Adolescentes
Instituição de Educação Infantil EREMI
 Crianças e Adolescentes
Movimento Escola da Vida
 Crianças e Adolescentes
Casa do Menino Jesus de Praga
 Pessoas com Deficiência
Associação Saúde Criança Porto Alegre
 Saúde
Pequena Casa da Criança
 Crianças, Adolescentes e Idosos
Associação Comunitária do Campo da Tuca
 Crianças e Adolescentes, Idosos
Casa Lar Abrigo Meu Refúgio
 Crianças e Adolescentes
Centro de Reabilitação de Porto Alegre
 Pessoas com Deficiência, Saúde
ACM Cruzeiro do Sul
 Crianças e Adolescentes, Jovens.
Instituto de Assistência e Proteção à Infância - IAPI
 Crianças e Adolescentes
SEFA - Sociedade Espírita Francisco de Assis
 Famílias em vulnerabilidade social
Clube De Mães Rubem Berta II
 Crianças e Adolescentes

quarta-feira, 6 de maio de 2020


Ser parte e fazer parte é o trabalho Voluntário.
Nesse momento em que o isolamento social, devido ao corona vírus-COD19, é extremamente necessário. Os Voluntári@s que atuam em seu trabalho nos mandam uma mensagem de carinho e também de alegria para nos acalentar.
Assista o vídeo enviado pela Dra Keka Funé (Kelly Streb) voluntária da ONG Doutorzinho, parceira do Programa de Voluntariado da AVESOL e senta um pouco desse amor e alegria que é transmitido aos atendidos na área de saúde.
Agradecemos a Voluntária Kelly e claro a Dra Keka Funé pelo envio da mensagem e também belo trabalho realizado com dedicação responsabilidade e principalmente muita ALEGRIA.







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