1 de junho de 2016

Na manhã de ontem (31/05/2016) no Plenarinho da Assembleia Legislativa, aconteceu a primeira Audiência Pública da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia: Obras nas escolas da Rede Pública Estadual proposta pelo Deputado Adão Villaverde (PT). O mesmo declara que, “...de nada adianta só focar nas obras escolares que foi apenas a motivação inicial da mobilização de ocupação mas que logo mudou com os acontecimentos posteriores” alerta o deputado, após a manifestação de denúncias sobre agressões e violências sofridas pelos secundaristas e pais/mães dos (as) ocupantes.
Neste sentido, os (as) alunos (as) das ocupações que estavam presentes se manifestaram solicitando a retirada do PL 44/16 que propõe a privatização dos serviços públicos e PL 190/15 de criação do Dep. Marcel Van Hattem (PP), chamado de ‘escola sem partido’ que amordaça as opiniões nas salas de aula e cerceia a opinião crítica e reflexiva dos (as) alunos (as) promovendo um retrocesso político e social.
Como encaminhamento, foi sugerido a constituição de uma comissão de interlocução entre ocupantes e governo, “...é fundamental deixar muito claro como funcionará a comissão especial, qual o conteúdo e os pontos prioridades a serem abordados para se chegar a resultados concretos e não frustrar os envolvidos”, disse o parlamentar, que integrará o fórum, formado por professores, alunos e pais, governo, MP e Assembleia*.
Na ocasião o até então Secretário de Educação Vieira da Cunha (PDT) se mostrou aberto ao diálogo, afirmando que “jamais vai tratar o tema da educação como caso de polícia”, porém, de acordo com as últimas informações políticas noticiadas pela imprensa**, o secretário deixará o governo Sartori para concorrer à prefeitura da capital pelo PDT a partir desta quinta-feira (01/06/2016). Ou seja, quem assumirá sua pasta, estará “aberto (a)” ao diálogo e qual será a postura assumida pelo (a) novo (a) secretário (a)?
Lamentavelmente, nos colocamos diante da evidente falta de compromisso e respeito do atual governo com os estudantes e professores, que estabelece acordos sem poder ou vontade de cumpri-los, deixando uma pergunta que não quer calar: afinal de contas, “Todos” pelo Rio Grande seriam em favor de quem mesmo?

Leia aqui na íntegra denúncia de mãe de secundarista apresentada na audiência pública.






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