19 de outubro de 2017

A escravidão no Brasil foi estabelecida pelos colonizadores europeus, marcou a relação de produção na colônia utilizando-se de mão de obra escrava, práticas que o agronegócio segue utilizando para abrir novas fronteiras e lucrando à custa da vida.
Desde 1970, a Igreja com Dom Pedro Casaldáliga tem denunciado as práticas de trabalho escravo cometido pelo agronegócio, a “opção pelos pobres sempre e sem medo” tornou-se signo de muitos lutadores”
A luta pela erradicação do trabalho escravo sofre uma tentativa de assassinato.
Já não há tabua de salvação para o governo Temer, e mesmo assim busca de todas as formas demonstrar aos poucos apoiadores que ainda restam, que pode ser um bom serviçal dos interesses especulativos do capital se assim for mantido no poder.
Nesta segunda-feira o Ministério do Trabalho publicou uma portaria atendendo os interesses da bancada ruralista, dificultando a caracterização do trabalho escravo a fiscalização e a divulgação do nome das empresas que cometem estas práticas, também ameniza o lado das empresas autuadas facilitando acordos e impedindo que possam ir para a chamada “Lista Suja” do Trabalho Escravo. A ação não passa de uma troca de moedas para salvar pelo voto Michel Temer contra a denúncia criminal que tramita na Câmara Federal.
Todo dia é dia de luta, quando o governo não é do povo. Palavras de ordem necessárias para que possamos garantir o direito à vida.

Douglas Filgueiras -Educador Social


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